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	<description>Um novo futuro foi semeado</description>
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		<title>Polícia Civil recupera 37 toneladas de fertilizantes roubados</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Polícia Civil recuperou ontem 37 toneladas de fertilizantes roubadas na segunda-feira. A carga iria de Paranaguá para Maringá e depois seguiria para Rondonópolis no Mato Grosso. No entanto, após sair do litoral paranaense, o motorista alegou que teria encalhado o caminhão em uma estrada de Ponta Grossa por isso não tinha dado prosseguimento a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil recuperou ontem 37 toneladas de fertilizantes roubadas na segunda-feira. A carga iria de Paranaguá para Maringá e depois seguiria para Rondonópolis no Mato Grosso. No entanto, após sair do litoral paranaense, o motorista alegou que teria encalhado o caminhão em uma estrada de Ponta Grossa por isso não tinha dado prosseguimento a viagem.</p>
<p>A delegada-chefe da 13ª Subdivisão Policial (SDP), Valéria Padovani, conta que o caminhão foi rastreado via satélite o que possibilitou o encontro da carga roubada em uma fazenda na região da Vila Idelmira, na estrada para o Povoado do Taquari dos Polacos.<br />
“Através do site da seguradora entramos no Google Maps e conseguimos achar o paradeiro da carga. O caminhão está na região metropolitana de Curitiba, na seção de furtos e roubos de veículos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: jmnews.com.br</p>
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		<title>IF Goiano chega aos 2 anos somando cursos em suas atividades</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora em 2012, o IF Goiano – campus Iporá começa o ano letivo com mais um curso novo: Técnico em Secretariado e uma nova turma do curso técnico em Agropecuária (integrado ao Ensino Médio) . O IF Goiano de Iporá tem a previsão de inicio das atividades no segundo semestre de mais um curso superior: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Agora em 2012, o IF Goiano – campus Iporá começa o ano letivo com mais um curso novo: Técnico em Secretariado e uma nova turma do curso técnico em Agropecuária (integrado ao Ensino Médio) . O IF Goiano de Iporá tem a previsão de inicio das atividades no segundo semestre de mais um curso superior: Tecnologia em Agronegócio.</p>
<p>Com essas conquistas a escola federal chegou no dia primeiro de fevereiro aos seus dois anos de atividades em Iporá.. Inaugurado em Brasília pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, juntamente com outros 77 campi de todo o país, o campus começou a ser construído em 2008 para atender a uma demanda de educação tecnológica de 40 municípios da região oeste de Goiás.As atividades letivas tiveram início em agosto de 2010, com três cursos técnicos &#8211; Informática, Agropecuária e Administração (modalidade PROEJA). Em 2011, entraram em funcionamento mais dois cursos técnicos – Informática (integrado ao Ensino Médio) e Química Industrial e seu primeiro curso superior: Licenciatura em Química.</p>
<p>A Instituição também neste ano deverá receber a obra do auditório multifuncional com capacidade para 800 lugares, ao custo R$ 1,6 milhão. Também se iniciarão as obras da Fazenda Escola com valor de R$ 3,2 milhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: oestegoiano.com.br</p>
</div>
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		<title>Trigo pode substituir o milho em ração no Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lideranças ligadas aos setores produtivos de suínos, aves e grãos estiveram reunidas nesta quarta-feira (1/2) com o secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul, Luiz Fernando Mainardi, com o objetivo de retomar o debate sobre a possibilidade de fornecimento de trigo para alimentação animal. O Brasil é o terceiro maior produtor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lideranças ligadas aos setores produtivos de <strong>suínos</strong>,<strong> aves</strong> e <strong>grãos</strong> estiveram reunidas nesta quarta-feira (1/2) com o secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul, <strong>Luiz Fernando Mainardi</strong>, com o objetivo de retomar o debate sobre a possibilidade de fornecimento de <strong>trigo</strong> para <strong>alimentação animal</strong>. O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho. Depois da <strong>estiagem</strong> no Rio Grande do Sul, provocada pelo fenômeno <strong>La Niña</strong>, houve redução da oferta do grão.</p>
<p>&#8220;A questão é que está faltando <strong>milho</strong> e tem trigo sobrando&#8221;, afirmou o secretário. Ele destacou a necessidade de que sejam estabelecidas <strong>políticas internas</strong> para possibilitar a manutenção do grão no Estado. &#8220;Não podemos ficar exportando milho&#8221;, exemplificou Mainardi.</p>
<p>O secretário afirmou ainda ser necessário avançar no que diz respeito à questão das cotas de exportação do <strong>cereal</strong>, procurando alternativas que deem mais previsibilidade. &#8220;É preciso garantir o trigo no mercado interno e então pensar em outros usos para ele. Isso vale para o <strong>arroz</strong> também&#8221;.</p>
<p>O diretor do Sindicato da Indústria de Suínos (Sips), Rogério Kerber, disse que, caso o cenário de alta dos preços do milho e baixa oferta persista, as atividades produtivas, tanto de<strong> frangos</strong> como de suínos, começarão a sofrer as consequências. &#8220;Ou acontecem<strong> leilões</strong>, ou buscamos suprimento de milho fora do Estado&#8221;, disse o dirigente.</p>
<p>Durante o encontro, ficou definido que, nos próximos dias, será encaminhado um documento ao governador do Estado, <strong>Tarso Genro</strong>, e ao governo federal com solicitações referentes à realização de leilões PEP e à possibilidade de estabelecer políticas definidas desses pregões. Também constará no documento o pedido de liberação de 500 mil toneladas de trigo destinadas à <strong>nutrição animal</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: revistagloborural.globo.com</p>
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		<title>Grupo Lino estuda possibilidade de instalar filial no Tocantins</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As potencialidades do agronegócio no Tocantins foram apresentadas pelo secretário executivo da Seagro &#8211; Secretaria da Agricultura, da Pecuária e Desenvolvimento Agrário, Ruiter Padua, ao diretor do Grupo Lino, Eduardo M. Lino Almeida, na manhã desta quinta-feira, 02, no gabinete da pasta. O empresário está estudando a possibilidade de instalar uma filial da concessionária Maxxar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As potencialidades do agronegócio no Tocantins foram apresentadas pelo secretário executivo da Seagro &#8211; Secretaria da Agricultura, da Pecuária e Desenvolvimento Agrário, Ruiter Padua, ao diretor do Grupo Lino, Eduardo M. Lino Almeida, na manhã desta quinta-feira, 02, no gabinete da pasta. O empresário está estudando a possibilidade de instalar uma filial da concessionária Maxxar no Estado e ouviu as perspectivas de crescimento para a silvicultura, para a plantação de grãos, dentre outros setores.</p>
<p>O empresário falou sobre o Grupo, com sede em Ribeirão Preto (SP), que conta com a Concessionária Maxxar para comercialização de veículos e máquinas agrícolas, além de distribuição de combustível. Lino manifestou interesse em investir no Tocantins, instalando uma filial da concessionária Maxxar, comercializando pá carregadeira, retroescavadeira, motoniveladora, trator de esteira, rolo compactador e rolo pneumático. “O Grupo trabalha com outros segmentos também e estamos aqui para somar e investir no Estado. Agradecemos a recepção e esperamos que essa parceria cresça ao longo dos anos”, disse o empresário.</p>
<p>Durante o encontro Padua também falou sobre a Agrotins – Feira de Tecnologia do Tocantins, que na edição de 2011 recebeu mais de R$ 220 milhões em propostas, contou com 400 expositores e recebem cerca de 68 mil pessoas. “A Agrotins é a maior Feira de Agrotecnologia do Estado e conta com a participação de produtores de todo o Tocantins, inclusive de outros estados. É uma Agrishow proporcional à nossa região. Em termo de produtos, tem todo tipo de máquina”, informou o secretário executivo.</p>
<p>De imediato, o diretor do Grupo Lino solicitou e escolherá um espaço na Agrotins 2012, para expor máquinas voltadas à construção civil e à agricultura. A Feira será realizada de 8 a 12 de maio, no Centro Agrotecnológico de Palmas.</p>
<p>A reunião também contou com a participação do subsecretário da Secretaria de Indústria e Comércio, Pedro José Ferreira e do coordenador de Desenvolvimento Tecnológico da Seagro, Fernando Fernandes Garcia.</p>
<p>&nbsp;<br />
Fonte: surgiu.com.br</p>
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		<title>Tectron presente no Dia de Campo Copagril</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Tectron participou do Dia de Campo Copagril e como sempre levou aos produtores uma linha especial de produtos completos e com ingredientes de ponta, fazendo valer o slogan do evento &#8220;O show tecnológico do agronegócio”. O evento foi um sucesso, e a grande novidade foi a nova área experimental da Copagril, localizada no PR [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Tectron participou do Dia de Campo Copagril e como sempre levou aos produtores uma linha especial de produtos completos e com ingredientes de ponta, fazendo valer o slogan do evento &#8220;O show tecnológico do agronegócio”.<br />
O evento foi um sucesso, e a grande novidade foi a nova área experimental da Copagril, localizada no PR 491 km 02 em Marechal Cândido Rondon sentido Nova Santa Rosa, sendo 72.000 m² de exposição.<br />
Nos dois dias de visitação &#8211; 25 e 26 de janeiro &#8211; a Tectron apresentou os núcleos para suínos para fases de gestação, lactação, pré-inicial e inicial. Estes núcleos contam com inclusão dos fidelizadores da Phodé Laboratoires &#8211; França, parceira internacional da Tectron. O Agrabond Zea (aditivo de micotoxinas) e o Mistral (Pó para secagem e higiene) também fizeram parte do portfólio apresentado no Dia de campo Copagril.<br />
Quem visitou pode conferir o forte aporte tecnológico em soluções para produção animal que a Tectron oferece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: suinoculturaindustrial.com.br</p>
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		<title>Produtores americanos conhecem agronegócio estadual</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo de 41 produtores de soja e milho da região meio-oeste dos Estados Unidos conseguiu chegar a Lucas do Rio Verde apenas, ontem à noite. Devido a este atraso, as atividades que estavam agendadas para ontem, serão realizadas hoje. O atraso se deu em função do grave acidente que ocorreu, ontem à tarde, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo de 41 produtores de soja e milho da região meio-oeste dos Estados Unidos conseguiu chegar a Lucas do Rio Verde apenas, ontem à noite. Devido a este atraso, as atividades que estavam agendadas para ontem, serão realizadas hoje. O atraso se deu em função do grave acidente que ocorreu, ontem à tarde, na BR-163, que vitimou três funcionários da Secretaria de Estado de Educação e interrompeu a rodovia por várias horas.</p>
<p>O grupo foi recebido, esta manhã, pelo secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Edu Pascoski. Eles puderam assistir ao vídeo sobre o programa Lucas do Rio Verde Legal, um dos projetos ambientais mais premiados do país e que serviu como base para o programa MT Legal, que visa a regularização de todas as propriedades rurais do Estado. Conforme Edu, os americanos vieram ao município atraídos pelo desenvolvimento do agronegócio aliado a preservação ambiental.</p>
<p>“O que está acontecendo aqui é um intercambio, entre produtores americanos e brasileiros. Vários produtores do Brasil estiveram lá conhecendo as tecnologias de produção agrícola e hoje eles estão aqui para conhecer o nosso modelo de produção” disse o secretário.</p>
<p>O coordenador da excursão americana, Ricardo Ariori, disse que os produtores norte-americanos tinham uma visão completamente diferente da maneira de se produzir alimentos no Brasil. “A mídia internacional passa para eles, que o Brasil continua destruindo a Amazônia. Eles vindo in loco, puderam observar que aqui se faz completamente ao contrário. Estamos produzindo, estamos preservando e estamos atrás de um código florestal que seja bom para os agricultores e bom para o meio ambiente”, explicou Ricardo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: sonoticias.com.br</p>
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		<title>Mapa abre inscrições para curso de inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Capacitação à distância será realizada em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina Nesta segunda-feira, 30 de janeiro, começaram as inscrições para a 3ª edição do curso sobre Propriedade Intelectual e Inovação no Agronegócio, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Capacitação à distância será realizada em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina</p>
<p>Nesta segunda-feira, 30 de janeiro, começaram as inscrições para a 3ª edição do curso sobre Propriedade Intelectual e Inovação no Agronegócio, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O início das aulas está previsto para o dia 02 de abril e as inscrições podem ser feitas até dia 15 de fevereiro pela internet.</p>
<p>O curso será à distância e busca sensibilizar, capacitar e atualizar profissionais que atuam na inovação e propriedade intelectual no agronegócio. O programa do curso contempla conceitos, legislação e os principais assuntos relacionados ao tema. Entre estes estão patentes de invenção, modelos de utilidade, desenho industrial, marcas, programas de computadores, indicação geográfica de produtos agropecuários e proteção de cultivares.</p>
<p>Serão oferecidas mil vagas para participantes em todo o território nacional. O curso terá duração de dois meses, com carga horária total de 90 horas-aula e certificação emitida pela extensão universitária da UFSC. A obtenção do certificado é pré-requisito para participação nos demais módulos que serão oferecidos pelo Mapa. Já estão previstas novas edições dos cursos sobre Indicação Geográfica e um módulo específico sobre Proteção de Cultivares.</p>
<p></small></p>
<p>Fonte: pantanalnews.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>PR e o Brasil perdem “A voz da agricultura&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador Beto Richa, que vai acompanhar o velório do parlamentar nesta terça-feira em Assis Chateaubriand, no Oeste do Paraná, afirmou que o Paraná perde uma liderança do agronegócio e um importante representante dos interesses do Estado no Congresso Nacional. “Em nome do governo e da sociedade paranaense transmito sinceras condolências à família. O deputado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Beto Richa, que vai acompanhar o velório do parlamentar nesta terça-feira em Assis Chateaubriand, no Oeste do Paraná, afirmou que o Paraná perde uma liderança do agronegócio e um importante representante dos interesses do Estado no Congresso Nacional.</p>
<p>“Em nome do governo e da sociedade paranaense transmito sinceras condolências à família. O deputado era um homem do campo, que se radicou no interior do Paraná e sempre defendeu a agricultura do nosso Estado”, destacou o governador.</p>
<p>”O Brasil perdeu um grande parlamentar, mas o Paraná, em especial, perdeu além de um deputado que sempre lutou pelos interesses do Estado, um grande homem. Eu perdi um importante companheiro e acima de tudo, um grande amigo. Um homem digno, sério e honrado que fará muita falta para todos nós”, disse ontem o deputado Osmar Serraglio (PMDB), companheiro de bancada de Micheletto na Câmara Federal.</p>
<p>Natural de Xanxerê (SC), Moacir Micheletto tinha 69 anos, era engenheiro agrônomo, administrador rural e foi extensionista agrícola da Emater. Estava no sexto mandato como deputado federal. Atualmente era membro titular das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>Filiado ao PMDB desde 1982, Micheletto desempenhou diversas funções e cargos, sempre lutando pelo fortalecimento da agricultura brasileira e paranaense. Foi um intransigente defensor da triticultura e da modernização da legislação florestal brasileira.</p>
<p>Micheletto, que se auto-definia como “A voz da agricultura”, teve atuação marcante como presidente da comissão especial para a reforma do Código Florestal Brasileiro e exercia atualmente o cargo de coordenador político da Com o falecimento, a vaga na Câmara dos Deputados deve ser ocupada por Odílio Balbinotti.</p>
<p>O corpo do parlamentar será velado até às 17h de hoje na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, em Assis Chateaubriand, onde morava. O sepultamento ocorrerá às 17h30, em Toledo.</p>
<p>Nota de Pesar</p>
<p>“Com profundo pesar recebi na tarde desta terça-feira (30) a notícia do falecimento do deputado federal Moacir Micheletto, meu grande amigo de primeira hora, homem digno e honrado que defendeu com altivez e profundo conhecimento as causas do setor produtivo do Estado do Paraná e do Brasil.</p>
<p>O Brasil perdeu um grande parlamentar, mas o Paraná, em especial, perdeu além de um deputado que sempre lutou pelos interesses do Estado, um grande homem. Eu perdi um importante companheiro e acima de tudo, um grande amigo. Um homem digno, sério e honrado que fará muita falta para todos nós.</p>
<p>Lamento profundamente a morte do meu grande amigo e rogo a Deus que reserve um lugar especial para esse seu filho ilustre, amparando nesse momento de grande dor a família enlutada”.<br />
Deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR)</p>
<p>Fonte: ilustrado.com.br</p>
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		<title>Revisão fiscal não agrada setor produtivo mato-grossense</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A choradeira do setor produtivo de Mato Grosso em relação à revisão dos benefícios fiscais determinados pela Secretaria de Fazenda em busca de equilibrar as finanças públicas em meio à crise econômica mundial representa apenas e tão somente 0,5% de aumento de impostos em decorrência dos R$ 3 bilhões de privilégios concedidos ao longo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A choradeira do setor produtivo de Mato Grosso em relação à revisão dos benefícios fiscais determinados pela Secretaria de Fazenda em busca de equilibrar as finanças públicas em meio à crise econômica mundial representa apenas e tão somente 0,5% de aumento de impostos em decorrência dos R$ 3 bilhões de privilégios concedidos ao longo dos últimos anos e que fizeram do Estado o mais importante do agronegócio.<br />
Debruçado sobre os decretos publicados que reveem os benefícios concedidos como a redução do ICMS na energia elétrica na zona rural, ou para o farelo e o óleo de soja, entre outros, é possível se perceber que o impacto provocado pelas decisões governamentais está aquém do que é pregado pelo setor produtivo e que giraria em torno de R$ 1 bilhão.<br />
Os resultados financeiros do Tesouro Estadual não deixam dúvidas de que hoje, apenas 10% do ICMS arrecadado vêm do agronegócio, que deverá consolidar os números de 2011, próximo de R$ 5 bilhões, ou seja, pouco maior que 2010 quando somou R$ 4,514 bilhões. Isto representa dizer que do total arrecadado no ICMS, principal fonte do Tesouro Estadual, cerca de R$ 500 milhões advém da maior força da economia brasileira e de Mato Grosso que é o agronegócio. Por outro lado, 56% dos incentivos fiscais concedidos pelo Estado e 90% da renúncia, incluindo os benefícios da Lei Kandir e os atos do Conselho Nacional de Política Fazendária Confaz são direcionados ao agronegócio.<br />
Segundo dados do Ministério da Agricultura, o agronegócio brasileiro exportou US$ 94,59 bilhões em 2011. O resultado é o melhor desde 1997 quando iniciou o registro da série histórica e supera em 24% o alcançado em 2010, quando foram vendidos US$ 76,4 bilhões em produtos agropecuários. Os complexos, soja, sucroalcooleiro e carnes fizeram as maiores contribuições para o crescimento das vendas. Os principais destinos foram a União Europeia, China, os Estados Unidos, a Rússia e o Japão.<br />
Aqui reside o maior problema de Mato Grosso, pois a grande produção do agronegócio é destinada a exportação e por decisão do Governo Federal, produtos destinados à exportação não tem a incidência do ICMS, maior fonte de renda de Mato Grosso e dos municípios. O Estado nos últimos cinco anos foi responsável através do agronegócio por 40% do saldo da Balança Comercial Brasileira e em contrapartida recebeu entre 10% e 13% de compensação pelas perdas impostas pela Lei Kandir que oscilam entre R$ 1,8 bilhão até R$ 2,1 bilhões.<br />
Segundo dados da própria Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso Famato, que foram entregues na última reunião no Governo do Estado e que deflagraram outras reuniões técnicas para se discutir as medidas adotadas, hoje para cada R$ 1,00 (um real) de arrecadação do agronegócio, existe R$ 4,50 (quatro reais e cinquenta centavos) de incentivo fiscal concedido no ICMS.</p>
<p>Fonte: sonoticias.com.br</p>
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		<title>Agronegócio paranaense perdeu 4 milhões de grãos devido a seca</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 19:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A quebra da safra de verão no Paraná por causa da seca já chega perto de 20%, segundo relatório do Departamento da Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná. O prejuízo já chega a R$ 2,48 bilhões. As perdas nas plantações de milho, soja e feijão somam 3,95 milhões de toneladas. [...]]]></description>
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<p>A quebra da safra de verão no Paraná por causa da seca já chega perto de 20%, segundo relatório do Departamento da Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná. O prejuízo já chega a R$ 2,48 bilhões. As perdas nas plantações de milho, soja e feijão somam 3,95 milhões de toneladas.</p>
<p>Os maiores prejudicados foram os plantadores de soja: mais da metade da perda econômica do estado é referente à produção da oleaginosa. Segundo o relatório, o prejuízo com a quebra da safra de soja soma R$ 1,76 bilhão, referente a 2,44 milhões de toneladas ou 17,3% da produção esperada.</p>
<p>A lavoura de milho teve perda de R$ 556,8 milhões, referente a queda de 1,42 milhão de toneladas (19%). E a lavoura de feijão teve perda de R$ 161,76 milhões, queda de 86,4 mil toneladas (20%) em relação a produção estimada.</p>
<p>As chuvas deste mês amenizaram os danos da estiagem e favorecem as plantações de milho e feijão. A área de plantio de milho será aumentada em 22% em relação a do ano anterior. Mas as plantações que estavam mais avançadas tiveram prejuízos irreversíveis.</p>
<p>Fonte: dci.com.br</p>
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		<title>Fevereiro de agronegócio na Cooperja</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mês de fevereiro começa com feira agrícola. Os agricultores da região e interessados no mercado têm endereço certo nos dois dias da 8ª edição do Campo Demonstrativo Cooperja (CDC). São esperados mais de 1,5 mil participantes para negócios, palestras temáticas, demonstrações de outras culturas como forrageiras, plantas medicinais, feijão, reflorestamento, entre outras. O primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de fevereiro começa com feira agrícola. Os agricultores da região e interessados no mercado têm endereço certo nos dois dias da 8ª edição do Campo Demonstrativo Cooperja (CDC). São esperados mais de 1,5 mil participantes para negócios, palestras temáticas, demonstrações de outras culturas como forrageiras, plantas medicinais, feijão, reflorestamento, entre outras.</p>
<p>O primeiro dia de evento terá o foco voltado para as culturas de banana, maracujá e milho. E o segundo dia será para a cultura do arroz. Além disso, ainda no dia 2 de fevereiro deve acontecer a abertura solene do evento. O 8º Campo Demonstrativo da Cooperja acontece na sede da cooperativa, na localidade de Picadão, em Jacinto Machado. Confira a programação na galeria de fotos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: engeplus.com.br</p>
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		<title>Agronegócio cresce 21% em Mato Grosso do Sul, com superávit de US$ 2,8 bilhões</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 18:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Em Mato Grosso do Sul, o superávit gerado pelo agronegócio é de US$ 2,8 bilhões para a economia do Estado em 2011, o aumento representa 21% a mais em relação ao ano anterior. O setor foi responsável da maioria das exportações sul-mato-grossenses, o equivalente a 83%, criando uma receita de US$ 3,2 bilhões. Os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"> Em Mato Grosso do Sul, o superávit gerado pelo agronegócio é de US$ 2,8 bilhões para a economia do Estado em 2011, o aumento representa 21% a mais em relação ao ano anterior. O setor foi responsável da maioria das exportações sul-mato-grossenses, o equivalente a 83%, criando uma receita de US$ 3,2 bilhões. Os dados são do Boletim Informativo produzido pela Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul).</p>
<p>O Boletim reúne informações das principais cadeias do agronegócio de Mato Grosso do Sul: suinocultura, avicultura, culturas de soja, milho e bovinocultura de corte. Entre os dados em destaque está o abate de fêmeas, que cresceu 10,2% durante o ano, a exportação de soja em grão, que teve aumento de 36%, comparado a 2010, gerando um saldo de U$S 69,5 milhões, mantendo MS em sexta posição na lista dos estados que mais exportam o produto.</p>
<p>A Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integra a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O objetivo da entidade está voltado para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representa os interesses dos produtores e dos sindicatos rurais em Mato Groso do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: capitalnews.com.br</p>
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		<title>Bunge prevê investir mais de US$ 1 bi em 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 15:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das maiores empresas de agronegócios do mundo, a Bunge, multinacional com sede nos Estados Unidos e ações negociadas na bolsa de Nova York, deverá investir mais de US$ 1 bilhão este ano nos diversos países em que atua, indiferente ao aperto de crédito no mercado internacional. Ao projetar o montante dos aportes em entrevista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das maiores empresas de agronegócios do mundo, a Bunge, multinacional com sede nos Estados Unidos e ações negociadas na bolsa de Nova York, deverá investir mais de US$ 1 bilhão este ano nos diversos países em que atua, indiferente ao aperto de crédito no mercado internacional.</p>
<p>Ao projetar o montante dos aportes em entrevista ao Valor em Davos (Suíça), o CEO global da companhia, o brasileiro Alberto Weisser, garantiu que existem condições financeiras para isso. &#8220;A Bunge nunca esteve tão capitalizada como agora&#8221;, afirmou. &#8220;Nosso patrimônio liquido é de US$ 12 bilhões e o endividamento está em US$ 4 bilhões. Temos espaço para fazer muito&#8221;.</p>
<p>No Brasil, destacou o executivo, a Bunge dará prosseguimento ao plano que prevê aportes de US$ 2,5 bilhões até 2017 no segmento sucroalcooleiro, incluindo cogeração de energia. Weisser prevê que a demanda por eletricidade será importante no pais. No resto do mundo, a ideia é dar continuidade ao modelo de expansão de 2011, quando a empresa abriu portos nos EUA, na Polônia e na Ucrânia e adquiriu unidades na China e na Argentina, entre outros projetos.</p>
<p>O grupo se encontra em uma posição aparentemente confortável também em virtude de seus resultados dependerem pouco dos preços em si das commodities com as quais trabalha. O que importa, observou Weisser, é a margem obtida com cada produto &#8211; e, na média, essa margem tem sido boa, conforme ele. No negócio de milho, por exemplo, a margem é de 5%.</p>
<p>Para 2012, o executivo projeta boas colheitas nos Hemisférios Sul e Norte. Ao mesmo tempo, a demanda global está muito forte. &#8220;No caso das oleaginosas [a soja, carro-chefe do agronegócio brasileiro, é uma delas], a demanda está maior do que normalmente&#8221;, afirmou Weisser.</p>
<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI), em relatório divulgado nesta semana, projetou, contudo, que a demanda por commodities agrícolas diminuiu e as condições de oferta melhoram. A estabilização dos preços das commodities, segundo o FMI, poderá ajudar na manutenção da inflação em baixos patamares, permitindo que bancos centrais em países emergentes cortem taxas de juros e estimulem o crescimento econômico.</p>
<p>Para a Bunge, a forte volatilidade dos preços agrícolas ainda deverá perdurar por algum tempo antes de arrefecer. Em Genebra, centro mundial do financiamento de commodities, a expectativa é de redução de 25% a 30% em 2012 nesse segmento de &#8220;trade finance&#8221;, por causa da retração de bancos franceses.</p>
<p>BNP Paribas e Credit Agricole fornecem 20% do crédito para grandes tradings de commodities, como Cargill e Glencore, de forma que a redução pode ser administrável. Já para clientes menores, a expectativa é que o crédito será improvável em 2012. Com isso, muitos deles terão de acelerar a venda de estoques, como ocorreu em 2008, quando a demanda por várias commodities degringolou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: suinoculturaindustrial.com.br</p>
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		<title>Ao comparar os números de 2011 com de 2010, as frutas recebem maior destaque com um aumento de 84%, pulando de US$ 482 mil para US$ 889 mil</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 18:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O agronegócio provou mais uma vez ser o principal alicerce da economia tocantinense. A produção agropecuária foi responsável por 99,60% das exportações do Estado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Ao todo foram enviados US$ 486 milhões em produtos tocantinenses para outros países. Deste valor, US$ 484 milhões são referente à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio provou mais uma vez ser o principal alicerce da economia tocantinense. A produção agropecuária foi responsável por 99,60% das exportações do Estado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Ao todo foram enviados US$ 486 milhões em produtos tocantinenses para outros países. Deste valor, US$ 484 milhões são referente à soja, carne e seus subprodutos e frutas. Em contrapartida às exportações, o Tocantins importou US$ 162 milhões, gerando um superávit de US$ 324 milhões.</p>
<p>Para o governador Siqueira Campos, o agronegócio, como base da economia, deve ser engrenagem para eliminar a pobreza no Estado. “Um lugar de terras férteis, biodiversidade, condições para um desenvolvimento sustentável e 12 milhões de hectares para produção, como é no Tocantins, é o principal recurso para geração de renda e movimentação da economia. De todo esse contexto, podemos crescer mais e fazer com que os tocantinenses tenham melhor qualidade de vida. É para isso que estamos trabalhando no Governo&#8221;, disse.</p>
<p>Já o secretário da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário, Jaime Café, considera que os números provam o esforço do Governo e do produtor tocantinense em se destacar no mercado brasileiro, fazendo a economia do Tocantins crescer. “O Governo do Estado tem apoiado os produtores e incentivado o desenvolvimento da agropecuária, que aumenta as divisas e reduz a desigualdade social na nossa região”, garantiu.</p>
<p><strong>Produtos</strong><br />
Segundo o secretário executivo da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário, Ruiter Padua, o resultado da balança comercial foi extremamente positivo já que as exportações cresceram mais de 41%, pulando de US$ 343 milhões em 2010 para US$ 486 milhões em 2011. “O principal produto continua sendo a soja, em grão ou triturada, responsável por US$ 351 milhões em 2011, seguida da carne e seus subprodutos com US$ 131 milhões, e das frutas com US$ 889 mil”, disse.</p>
<p>Ao comparar os números de 2011 com de 2010, as frutas recebem maior destaque com um aumento de 84%, pulando de US$ 482 mil para US$ 889 mil. Em segundo lugar ficou a carne com 55% de crescimento, de US$ 84 mi em 2010 para US$ 131 mi em 2011. O menor aumento ficou com a soja que ainda registrou 36% de aumento, de US$ 257 mi em 2010 para US$ 351 milhões exportados em 2011.</p>
<p><strong>Importação</strong><br />
Dos US$ 162 milhões em produtos importados pelo Tocantins, os três principais foram ‘Outros cloretos de potássio’ com US$ 18.841.301, ‘Fio de fibras acrílicas’ com US$ 15.543.988 e ‘Barcos a motor’ com US$ 13.115.088.<br />
<strong>Brasil</strong><br />
Ainda segundo a Secretaria de Comércio Exterior, o Brasil exportou US$ 256 bilhões e importou US$ 226 bilhões em 2011. Já em 2010, foram exportados US$ 201 bilhões e importados US$ 181 bilhões em todo o País.</p>
<p>Fonte: surgiu.com.br</p>
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		<title>Banco Central libera R$ 3 bilhões para o agronegócio sobreviver à seca.</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 17:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Preocupado com a quebra da safra de grãos no país e também com a expansão cada vez mais moderada do crédito, o governo adotou a primeira medida macroprudencial do ano: mexeu nos depósitos compulsórios para aumentar o volume de recursos disponíveis aos agricultores. A partir de agora, os bancos poderão diminuir em 5% o total [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Preocupado com a quebra da safra de grãos no país e também com a expansão cada vez mais moderada do crédito, o governo adotou a primeira medida macroprudencial do ano: mexeu nos depósitos compulsórios para aumentar o volume de recursos disponíveis aos agricultores. A partir de agora, os bancos poderão diminuir em 5% o total que têm que entregar, obrigatoriamente, ao Banco Central. Assim, ficarão com mais dinheiro em caixa para operar linhas de financiamento destinadas ao agronegócio. Com a medida, a oferta de crédito à produção engordará R$ 3 bilhões e o BC contará com uma arma contra a inflação em 2012.</p>
<p>Para especialistas, esse é um sinal claro de que a política econômica vai continuar a atuar tanto com medidas tradicionais para fomentar a economia, a exemplo dos cortes na taxa básica de juros (Selic), quanto com medidas macroprudenciais. Na visão de Eduardo Velho, economista-chefe da Prosper Corretora, devem surgir mais ações de incentivo ao crédito e à economia, porém focadas em áreas específicas. “A presidente Dilma Rousseff quer evitar a contração de alguns setores, como o agrícola, que foi penalizado em 2011”, observou.</p>
<p>Fernando Montero, economista-chefe da Convenção Corretora, diz que a medida anunciada ontem pelo BC tem relação direta com os problemas de safra, sobretudo em regiões atingidas por fortes estiagens. “São R$ 3 bilhões de crédito. A minha impressão é que serão direcionados para quem teve problema de safra no Sul e na safrinha de milho”, disse. Segundo a Consultoria AgRural, os prejuízos na região citada por Montero são elevados. As perdas já atingiram cerca de 3 milhões de toneladas de soja desde os primeiros dias deste ano.</p>
<p>“Daqui em diante, cada dia sem chuva tende a reduzir ainda mais o rendimento das lavouras gaúchas. Precipitações regulares nas próximas semanas, em contrapartida, favorecerão as plantações, que ainda estão em desenvolvimento vegetativo e que representam cerca de metade da área de soja do estado”, avaliou a AgRural. Até agora, o Paraná sofreu as maiores perdas. Enquanto no ano passado o estado colheu 56 sacas por hectare, para 2012 a expectativa é de que esse volume caia para 46 sacas. “As perdas só não são maiores porque a soja de outras regiões paranaenses vai bem”, observou a consultoria.</p>
<p><strong>Empresários confiantes</strong></p>
<p>O otimismo dos empresários, medido pelo Índice de Confiança do Empresário Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), atingiu 57,3 pontos em janeiro, com crescimento de 2,5 pontos em relação ao mês de dezembro. Foi a maior alta em dois anos, embora o número tenha ficado 4,7 pontos abaixo do registrado em janeiro de 2011 e inferior à média histórica, de 59,3 pontos.</p>
<p><strong>Mais cheques sem fundos</strong></p>
<p>O país fechou o ano de 2011 com o maior nível de cheques devolvidos dos últimos dois anos. De acordo com dados da empresa de avaliação de crédito Serasa Experian, o Brasil registrou um acréscimo de 1,95% em número de devoluções na comparação com o ano anterior. O índice só ficou abaixo do apurado em 2009, quando os cheques devolvidos corresponderam a 2,15% do total dos compensados. Na avaliação da Serasa, essa perspectiva de alta deve seguir até março, em razão dos mesmos problemas que levaram ao aumento da inadimplência dos consumidores no ano passado. “A redução do poder aquisitivo devido à inflação, o número elevado de endividamentos e os juros altos, sem dúvida nenhuma, permanecem impulsionando o indicador para cima”, observou Carlos Henrique de Almeida, economista da instituição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: oriobranco.net</p>
</div>
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		<title>Canadenses visitam Goiás para futuros investimentos</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2012/canadenses-visitam-goias-para-futuros-investimentos/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 15:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um grupo de empresários canadenses visitou, hoje à tarde, o vice-governador de Goiás, José Eliton, para conhecer as potencialidades do Estado para possíveis investimentos na área do agronegócio. Os investidores vieram ao Brasil a convite do vice-presidente da Associação Brasileira de Reciclagem Anima, Pedro Bittar. Eles ainda vão conhecer os benefícios de Mato Grosso e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Um grupo de empresários canadenses visitou, hoje à tarde, o vice-governador de Goiás, José Eliton, para conhecer as potencialidades do Estado para possíveis investimentos na área do agronegócio. Os investidores vieram ao Brasil a convite do vice-presidente da Associação Brasileira de Reciclagem Anima, Pedro Bittar. Eles ainda vão conhecer os benefícios de Mato Grosso e do Paraná.</p>
<p align="justify">O presidente e o diretor administrativo do grupo Sani Max apresentaram as principais características da empresa e ouviram do vice-governador os benefícios e potencialidades que Goiás oferece a novos investimentos.</p>
<p align="justify">José Eliton listou os principais atrativos que Goiás oferece aos investidores que pretendem se instalar no estado. “Goiás tem um potencial estratégico, principalmente pela localização geográfica do estado, que facilita a distribuição para todas as regiões do país”, disse o vice-governador. Ele explicou que os empresários do Canadá estudam, especificamente, a montagem de uma indústria de fabricação de subprodutos de derivados animais, como farinha de ossos e uma série de outros produtos.</p>
<p align="justify">José Eliton enumerou outros quesitos que tornam Goiás  atrativo aos empresários. “Oferecemos uma situação de logística importante. Temos o eixo da Ferrovia Norte-Sul,  temos o maior programa de pavimentação rodoviário do Brasil, o <em>Rodovida</em>, e o gasoduto que está em construção e  corta o estado ao meio”, pontuou.</p>
<p align="justify">O diretor executivo da Sani Max, Martin Culture, conta que esta primeira visita serve para conhecer como funciona o Brasil e o setor industrial. Ainda é cedo para dizer qual o formato que vão investir, mas pretendem evoluir nos negócios a partir deste primeiro contato. “Estamos aqui para aprender e conhecer sobre o Brasil”, resumiu Martin.</p>
<p align="justify">“Os canadenses, que já visitaram algumas cidades do interior de Goiás, estão no Brasil em busca de oportunidades e novos negócios e os convidamos para que conheçam a nossa realidade”, contou Pedro Bittar, que segue com a comitiva, ainda hoje à noite, para o Mato Grosso.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Fonte: dm.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil ingressará no IGC, diz ministro</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, garantiu ontem, em Londres, que o Brasil irá ingressar no Conselho Internacional de Grãos (IGC, em inglês) em breve. O ministro se reuniu com o diretor executivo do IGC, Etsuo Kitahara, e disse que vai apressar o processo para o acesso do Brasil ao conselho. As discussões em torno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, garantiu ontem, em Londres, que o Brasil irá ingressar no Conselho Internacional de Grãos (IGC, em inglês) em breve. O ministro se reuniu com o diretor executivo do IGC, Etsuo Kitahara, e disse que vai apressar o processo para o acesso do Brasil ao conselho.</p>
<p>As discussões em torno do assunto estavam paradas e foram retomadas há dois meses pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, depois de pedido do ministro Mendes Ribeiro. Em entrevista ao Valor, por telefone, o ministro disse que a Pasta estuda há tempos a entrada do Brasil no conselho e que é necessário participar. &#8220;O Brasil sendo um dos maiores produtores do mundo não pode ficar de fora de um conselho que define os rumos do setor&#8221;, disse Mendes.</p>
<p>O ministro da Agricultura prevê que a participação do Brasil possa ser confirmada muito em breve. &#8220;É uma coisa que precisamos fazer e eu vou fazer. Imagina só como deve ser bom para um torcedor fazer parte do conselho do clube que ele torce. Ele ajuda a tomar as decisões&#8221;, afirmou Mendes. A língua portuguesa também foi sugerida para ser o idioma oficial do Conselho Internacional de Grãos. Essa mudança deve ser discutida em um próximo encontro da entidade.</p>
<p>Atualmente, o Brasil já faz parte do Conselho Internacional do Açúcar (IOS, em inglês) e também do Conselho Internacional do Café (OIC, em inglês), cujo diretor-executivo é o brasileiro Robério Silva.</p>
<p>O Brasil, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, é o segundo maior produtor e exportador mundial de soja. A produção foi de 75,3 milhões de toneladas na safra passada e a exportação foi de 33 milhões de toneladas no mesmo período.</p>
<p>Em produção de milho, o país é o quarto maior do mundo e terceiro maior exportador da commodity. Na safra passada, a produção foi de 57,5 milhões de toneladas e a exportação foi de 9,5 milhões de toneladas, conforme o Ministério da Agricultura.</p>
<p>O IGC surgiu em julho de 1995. Durante a Convenção sobre o Comércio de Cereais (GTC), o Conselho Internacional do Trigo (IWC) passou a se chamar IGC. Com a mudança, o novo conselho passou a monitorar todas as questões que afetam a economia mundial de grãos, analisar a oferta e demanda e políticas. Em 2004, as reuniões tornaram-se fóruns de diálogo, incluindo apresentações de especialistas sobre temas específicos.</p>
<p>Desde julho de 2009, o IGC passou a incluir em seus relatórios o arroz e as oleaginosas. Com isso, a definição de &#8220;grãos&#8221; foi formalmente expandida para incluir o arroz e seus produtos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: suinoculturaindustrial.com.br</p>
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		<title>Enquanto Seca traz prejuízos ao Estado, Secretário de Agricultura está na Galícia</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A agenda da delegação gaúcha, liderada pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), Luiz Fernando Mainardi, na cidade de Lugo, começa nesta segunda-feira, e prossegue até quinta-feira na Galícia. Integrada por representantes da secretaria, da Assembléia Legislativa, do Ministério Público, entidades e empresas do Vale do Taquari, do BRDE e da Fetag, a comitiva vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="left"> A<span style="font-size: x-small;"> agenda da delegação gaúcha, liderada pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), Luiz Fernando Mainardi, na cidade de Lugo, começa nesta segunda-feira, e prossegue até quinta-feira na Galícia. Integrada por representantes da secretaria, da Assembléia Legislativa, do Ministério Público, entidades e empresas do Vale do Taquari, do BRDE e da Fetag, a comitiva vai conhecer e aprofundar relações com aquela comunidade espanhola, uma das referências mundiais na produção de leite e produtos lácteos.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
Em 2001, o Estado do Rio Grande do Sul assinou Carta de Intenções com a Comunidade Autônoma da Galícia, para promover ampla cooperação e intercâmbio nos domínios da economia, comércio, ciência, tecnologia, cultura, artes, saúde e esportes, em prol do desenvolvimento e da prosperidade das duas regiões.</span></p>
<p align="justify">A Galícia tem tradição e destaque na produção de leite, com uma cadeia produtiva organizada, tecnificada e profissionalizada, ostentando padrões de sanidade, qualidade, produção e produtividade comparáveis aos melhores níveis mundiais. Por isso, tem servido de modelo e de indutor de mudanças em outras regiões, baseada num processo de qualificação e de organização implantado a partir de fins da década de 1980, num trabalho conjunto entre o Estado e a iniciativa privada, com foco no produtor rural e da sua permanência no meio rural.</p>
<p>Integram a comitiva os deputados Aloisio Klassman, Ernani Polo e Zila Breitenbach, os promotores Marcelo Lemos Dornelles, Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais e Paulo Estevam Costa Castro Araújo, além do presidente da Fetag, Elton Weber, do representante do BRDE, José Miguel Pretto, assessor da diretoria de Planejamento e Carlos Alberto Freitas, Diretor projeto Vale dos Lácteos, Eduardo Grandal, Diretor Comercial GMG Internacional, Gilberto Piccinini, Presidente Câmara Temática do Leite, Jairo Casagrande, Diretor Agropecuária Diamaju, representante GMG Internacional no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Oreno Ardêmio Heineck, Presidente Câmara da Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari.</p>
<p>Pela secretaria da Agricultura, além de Mainardi, viajaram João Milton Cunha, Coordenador da Câmara Setorial do Leite, Márcio Pestana, Diretor do Departamento de Planejamento e Fomento Agropecuário e Renê Silva de Oliveira, Assessor de Imprensa. Também na delegação, Tarcísio Jose Minetto, Chefe de Gabinete da Liderança da Bancada do PSB na Assembléia Legislativa.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Fonte: radiofandango.com.br</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Cooperativa avança na balança comercial</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 18:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A alta dos preços das commodities está aumentando o peso das cooperativas brasileiras nas exportações e na balança comercial. Essas organizações, centradas no agronegócio, contribuíram com 19,5% do saldo comercial total obtido no ano passado pelo País. E além de fortes exportadores, já se constituem também em importadores potenciais de insumos, máquinas, equipamentos e demais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="conteudo" align="justify">
<div id="HOTWordsTxt">A alta dos preços das commodities está aumentando o peso das cooperativas brasileiras nas exportações e na balança comercial. Essas organizações, centradas no agronegócio, contribuíram com 19,5% do saldo comercial total obtido no ano passado pelo País. E além de fortes exportadores, já se constituem também em importadores potenciais de insumos, máquinas, equipamentos e demais produtos utilizados pela atividade agropecuária. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior (Mdic), as vendas externas brasileiras feitas através de cooperativas cresceram 39,8% em 2011 perante  os dados de 2010. Nos últimos seis anos a participação dessas associações de produtores na balança comercial passou de 1,9% para 2,4%.</p>
<div>Com a permanente valorização dos produtos agropecuários no mercado mundial, especialistas ouvidos pelo DCI acreditam que esse movimento será ainda maior em 2012. As exportações realizadas por essas cooperativas movimentaram US$ 6,175 bilhões em 2011, recorde dos montantes registrados desde 2005 (início do período de análise).</div>
<div>Os dados oficiais também apontam ampliação de 29,6% das importações efetuadas por cooperativas, que totalizaram US$ 355,2 milhões. Os produtos mais exportados foram açúcar refinado (17%), café em grão (13,6%), soja em grão (11,3%) e açúcar em estado bruto.</div>
<div>São Paulo foi o estado com maior valor de exportações de cooperativas (US$ 2,078,9 bilhões), 33,7% do total das vendas ao mercado externo, seguido de Paraná (31,3%), Minas Gerais (14,3%), Rio Grande do Sul (5,9%), Santa Catarina (5,1%), Mato Grosso (3,8%), Mato Grosso do Sul (3,2%), Goiás (0,7%), Tocantins (0,5%) e Rondônia (0,5%).</div>
</div>
</div>
<p>Fonte: dci.com.br</p>
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		<title>Semana deve ser de baixos volumes de chuvas no Estado</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Centro Estadual de Meteorologia (Cemet/RS), órgão da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, prevê para esta semana &#8211; de 21 a 31 de janeiro &#8211; o indício de baixos volumes de chuvas no Rio Grande do Sul, com ocorrências de precipitações fracas e irregulares na maior parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><span style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">O Centro Estadual de Meteorologia (Cemet/RS), órgão da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, prevê para esta semana &#8211; de 21 a 31 de janeiro &#8211; o indício de baixos volumes de chuvas no Rio Grande do Sul, com ocorrências de precipitações fracas e irregulares na maior parte do Estado.</p>
<p>A passagem de uma frente fria vai trazer nebulosidade e pancadas de chuva em todas as regiões. Os volumes deverão oscilar entre 10 e 20 mm em toda Metade Leste, e nas demais áreas, os totais são mais expressivos e deverão variar entre 20 e 30 mm, podendo atingir valores em torno de 40 mm na região de Alegrete e São Borja. De forma geral os totais acumulados serão baixos, mas cabe salientar que nos próximos dias, entre o fim de semana e a segunda-feira (23), as áreas de instabilidade associadas ao calor e umidade poderão provocar temporais de verão no interior do Estado. As chuvas poderão provocar altos volumes acumulados em áreas isoladas.</p>
<p>A temperatura vai permanecer elevada com valores superando 35°C na maior parte das regiões, e podendo oscilar em torno de 40°C no Oeste. A partir da quarta-feira (25) os valores diminuem e a temperatura fica mais amena.</span></p>
<p align="left">
<p align="left"><span style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Fonte: radiofandango.com.br<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cooperativas batem recorde de vendas com US$ 6,1 bilhões de produtos negociados em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 16:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na mesma onda de crescimento das exportações do agronegócio brasileiro em 2011, as cooperativas, em grande parte entre o próprio setor, alcançaram o recorde de US$ 6,1 bilhões em vendas, 39,8% a mais que em 2010 (US$ 4,4 bilhões). Segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na mesma onda de crescimento das exportações do agronegócio brasileiro em 2011, as cooperativas, em grande parte entre o próprio setor, alcançaram o recorde de US$ 6,1 bilhões em vendas, 39,8% a mais que em 2010 (US$ 4,4 bilhões). Segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o saldo da balança das cooperativas ficou em US$ 5,8 bilhões, 40,4% a mais que no ano anterior, de US$ 4,1 bilhões.</p>
<p>“Os doze meses de 2011 foram de crescimento, o que reflete a qualidade crescente dos itens oferecidos pelo setor. Além disso, temos trabalhado para manter a relação comercial com destinos tradicionais e, ao mesmo tempo, buscado novas oportunidades de negócio”, disse o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.</p>
<p>Os Estados Unidos foram o principal destino dos produtos do cooperativismo brasileiro, com US$ 739,2 milhões, ou 12% do total exportado. A China esteve na liderança por vários meses, mas ao final do ano terminou em segundo lugar, com US$ 736,1 milhões (11,9%), seguida dos Emirados Árabes (US$ 526,3 milhões &#8211; 8,5%), da Alemanha (US$ 441,5 milhões &#8211; 7,2%) e dos Países Baixos (US$ 311,9 milhões &#8211; 5,1%).</p>
<p>Entre os produtos mais exportados os do setor sucroalcooleiro, com US$ 2,2 bilhões, ou 36,7% do total das vendas, o complexo soja, com US$ 1,3 bilhão (20,5%), o café em grãos, com US$ 893,3 milhões (13,6%) e carne de frango, com US$ 569,9 milhões (9,2%).</p>
<p>São Paulo foi o principal estado exportador do segmento cooperativista, alcançando US$ 2,1 bilhões, ou 33,7% do total. Logo depois aparecem Paraná (US$ 1,9 bilhão e 31,3%), Minas Gerais (US$ 885,5 milhões e 14,3%), Rio Grande do Sul (US$ 363,6 milhões e 5,9%) e Santa Catarina (US$ 312,7 milhões e 5,1%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: correiodoestado.com.br</p>
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		<title>Cursos para Petrobras devem começar em março</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2012/cursos-para-petrobras-devem-comecar-em-marco/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 19:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Está previsto para o mês de março o início dos cursos de qualificação profissional para as pessoas que pretendem trabalhar nas obras de construção da fábrica de fertilizantes da Petrobras. Inicialmente, o Senai deverá oferecer 1.400 vagas nas áreas de construção civil, manutenção, montador, soldador, entre outras. Além dos três-lagoenses, os moradores das cidades vizinhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="corpo">
<p>Está previsto para o mês de março o início dos cursos de qualificação profissional para as pessoas que pretendem trabalhar nas obras de construção da fábrica de fertilizantes da Petrobras. Inicialmente, o Senai deverá oferecer 1.400 vagas nas áreas de construção civil, manutenção, montador, soldador, entre outras. Além dos três-lagoenses, os moradores das cidades vizinhas também terão a oportunidade de fazer os cursos.</p>
<p>De acordo com informações do Senai, no próximo mês haverá uma reunião com representantes de algumas prefeituras para tratar do assunto, já que os cursos serão extensivos aos moradores das cidades vizinhas. O Senai e a Petrobras estão terminando de fechar o cronograma dos cursos, os quais devem acontecer, por etapas, até 2013.</p>
<p>O Senai deve abrir ainda processo seletivo para qualificar 500 pessoas que deverão trabalhar na fase de operação da fábrica. A Petrobras deverá realizar parceria com a Missão Salesiana, a fim de preparar 480 jovens de famílias carentes para que possam participar do processo seletivo.</p>
<p>Em julho do ano passado, o Senai havia informado que cerca de cinco mil trabalhadores seriam qualificados e que os cursos deveriam começar no final de 2011. Entretanto, por questões burocráticas, o processo de qualificação profissional ainda não foi iniciado. O consórcio construtor, formado pelas empresas GDK, Sinopec e Galvão Engenharia, já iniciou o processo de contratação de trabalhadores.</p>
<p>Em razão da falta de mão de obra na área da construção civil em Três Lagoas, as empresas estão trazendo uma grande quantidade de trabalhadores de outros estados. Inclusive, têm anunciado as vagas de emprego nas cidades vizinhas.</p>
<p><strong>EMPREENDIMENTO<br />
</strong><br />
A fábrica de fertilizantes da Petrobras, disputada por vários estados do Brasil, foi orçada em R$ 3,897 bilhões. Segundo sua assessoria, as obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III) vão gerar até 5,4 mil empregos diretos e 16,2 mil empregos indiretos. A fábrica entrará em operação em setembro de 2014. A unidade oferecerá ao mercado 1.210 mil t/ano de ureia e 81 mil t/ano de amônia. A obra é integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e os recursos são da Petrobras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: jptl.com.br</p>
</div>
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		<title>Agronegócio terá ano menos promissor que 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 16:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Carlos Correa Carvalho, afirmou nesta terça-feira que 2012 será &#8220;um ano menos positivo para o agronegócio&#8221;. Mas isso não significa, na avaliação do executivo, um ano ruim para o setor. &#8220;Apesar da crise europeia, temos indicadores macroeconômicos interessantes, como a recuperação da economia dos Estados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O novo presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Carlos Correa Carvalho, afirmou nesta terça-feira que 2012 será &#8220;um ano menos positivo para o agronegócio&#8221;. Mas isso não significa, na avaliação do executivo, um ano ruim para o setor. &#8220;Apesar da crise europeia, temos indicadores macroeconômicos interessantes, como a recuperação da economia dos Estados Unidos e a alta de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) da China&#8221;, disse Carvalho.</p>
<p>&#8220;Isso traz aumento da demanda e nos dá uma visão positiva dentro de um cenário de enorme incerteza.&#8221; O presidente da Abag criticou a falta de investimentos em tecnologia e educação no Brasil, bem como a baixa poupança do governo. São entraves, em sua opinião, para que o País aproveite melhor o cenário positivo para os países em desenvolvimento e para os grandes exportadores de commodities. &#8220;É o custo Brasil, que inclui outros problemas, como a logística e a questão tributária&#8221;, disse.</p>
<p>Para o executivo, a recuperação na produção de grãos no Brasil, esperada para 2012, será freada pela seca no Sul do País, a qual retrata a alta exposição do setor ao risco agrícola e contribui para a volatilidade das cotações das commodities. Um seguro rural robusto, que atenuaria a perda de renda provocada pelo clima adverso, ainda é incipiente no País e gera críticas do presidente da Abag.</p>
<p>&#8220;O seguro rural é o nosso &#8216;calcanhar de Aquiles&#8217;, com muito discurso e pouca efetividade&#8221;, disse. Oriundo do setor sucroalcooleiro, Carvalho avaliou que a recente queda das barreiras tarifárias para a importação de etanol pelos Estados Unidos é um &#8220;convite para trazer investimentos, principalmente externos&#8221; ao Brasil, que enfrenta um momento de crise de oferta do combustível. Mas, o mais importante da medida, segundo ele, deve ser a união entre o Brasil e os Estados Unidos, responsáveis por 75% da produção mundial, para a transformação do etanol em commodity.</p>
<p>&#8220;Brasil e Estados Unidos precisam trabalhar juntos para incentivar políticas globais de produção e de demanda do etanol.&#8221; Carvalho elogiou ainda a liberação de R$ 4 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o programa de renovação de canaviais, mas se mostrou preocupado com a burocracia para a obtenção dos recursos por parte de pequenos produtores.</p>
<p>&#8220;É preciso ver a forma como será liberado o crédito, se for só para os grandes grupos, não será bom&#8221;, disse. Carvalho elogiou os avanços obtidos com a tramitação do novo Código Florestal no Congresso, cujo projeto ainda depende de uma nova votação na Câmara dos Deputados para ser enviado à sanção da presidente Dilma Rousseff. &#8220;Mas a simples aprovação trouxe ambiente de confiança no setor.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: tosabendo.com</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Show Safra: balanço da feira é considerado positivo pela diretoria</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2012/show-safra-balanco-da-feira-e-considerado-positivo-pela-diretoria/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 18:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram dois dia de evento no qual o produtor, pesquisadores e estudantes puderam visitar as áreas de campo, conhecer e tirar suas dúvidas nas mais novas tecnologias de produção apresentados por 38 empresas parceiras do Show Safra 2012. Apesar da chuva, o evento conseguir atingir seu objetivo, que era levar informações voltadas à safra da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram dois dia de evento no qual o produtor, pesquisadores e estudantes puderam visitar as áreas de campo, conhecer e tirar suas dúvidas nas mais novas tecnologias de produção apresentados por 38 empresas parceiras do Show Safra 2012. Apesar da chuva, o evento conseguir atingir seu objetivo, que era levar informações voltadas à safra da soja e do milho, além da discussão política em torno da agricultura.</p>
<p>O espaço Aprosoja fechou a 11ª edição do Show Safra 2012, no sábado (14) debatendo diversos assuntos com relação aos investimentos em pesquisa agropecuária, ampliação dos investimentos de pesquisas na área do campo para auxiliar os produtores e ainda sobre a carência de logística que Mato Grosso apresenta.</p>
<p>A diretoria da Fundação Rio Verde realizou, ontem pela manhã, um balanço do evento onde foram registrados mais de 800 pessoas durante os dois dias do evento. O levantamento foi apurado de acordo com o sistema de cadastro por participante e venda de almoço na praça de alimentação. A diretoria afirma ainda que com o crescimento em parceiros, visitantes e inovações para a agricultura, pode-se afirmar que já o Show Safra é o maior evento de difusão de tecnologias de safras para o Agronegócio do Mato Grosso.</p>
<p>&#8220;A grande participação de agricultores, que vem buscar informação de nossos trabalhos para aplicação em suas propriedades, e assim promover o crescimento sustentável da agricultura, é o motor do nosso entusiasmo. Com todo este crescimento, já estamos planejando o Show Safra 2013, que com certeza será ainda melhor”, afirmou o coordenador geral de campo, Rodrigo Pasqualli.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: sonoticias.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Deputado Luiz Fernando traz verba de R$ 1,3 milhão à Região</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O deputado federal Luiz Fernando Machado (PSDB) começa o ano de 2012 trazendo novos investimentos ao setor agrícola da Região de Jundiaí. Na manhã desta segunda-feira (16/01), Luiz Fernando assinou convênios importantes, que consistem no repasse de um valor de R$ 1,3 milhão para beneficiar o agronegócio das cidades de Jundiaí, Jarinu e Itupeva. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Luiz Fernando Machado (PSDB) começa o ano de 2012 trazendo novos investimentos ao setor agrícola da Região de Jundiaí. Na manhã desta segunda-feira (16/01), Luiz Fernando assinou convênios importantes, que consistem no repasse de um valor de R$ 1,3 milhão para beneficiar o agronegócio das cidades de Jundiaí, Jarinu e Itupeva.</p>
<p>Em parceria com o prefeito Miguel Haddad (PSDB), Machado disponibilizou R$ 600 mil para a aquisição de duas patrulhas mecanizadas para Jundiaí. &#8220;Essa conquista é mais um dos frutos do trabalho feito lado a lado com o prefeito Haddad para estimular o desenvolvimento econômico da nossa cidade&#8221;, afirma o deputado federal. Durante o evento de assinatura do convênio, realizado no hotel Quality, em Jundiaí, estiveram presentes o secretário da agricultura, Jorge Yatim, e o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Henrique Carlos Parra Parra.</p>
<p>O município de Jarinu também receberá recursos. O convênio assinado por Luiz Fernando, pela prefeita Fátima Lorencini (PTB) e pelo superintendente regional da Caixa Econômica Federal, resultará no repasse de R$ 350 mil para a compra de uma patrulha rural. Nos próximos dias, o terceiro convênio será firmado com o prefeito Ocimar Polli (PMDB), disponibilizando mais R$ 350 mil para a aquisição de uma nova máquina mecanizada para a cidade de Itupeva.</p>
<p>“É nosso dever investir nos pequenos e médios agricultores. Não podemos esquecer que a atuação do agronegócio é fundamental para o crescimento da economia brasileira e local&#8221;, afirma o deputado. &#8220;É preciso cultivar o setor agrícola, que é tão próspero e gera tantos empregos para a nossa região, &#8220;. O repasse de R$ 1,3 milhão foi adquirido junto ao Ministério da Agricultura e o dinheiro sairá da verba de Luiz Fernando Machado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: jornaldeitupeva.com.br</p>
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		<title>Exposição divulga talento e tradição catarinenses</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 19:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na próxima terça-feira (17), Florianópolis recebe a 5ª edição da Vitrine Aroma, Sabor &#38; Arte Catarina, realizada pelo Sebrae em Santa Catarina em parceria com o Beiramar Shopping. O evento, que reúne artesãos e produtores rurais de todo o estado, será montado no vão central do Beiramar Shopping e ficará aberto até o dia 12 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima terça-feira (17), Florianópolis recebe a 5ª edição da Vitrine Aroma, Sabor &amp; Arte Catarina, realizada pelo <strong><a title="sebrae-sc" href="http://www.sebrae.com.br/uf/santa-catarina" target="_blank">Sebrae em Santa Catarina</a></strong> em parceria com o Beiramar Shopping. O evento, que reúne artesãos e produtores rurais de todo o estado, será montado no vão central do Beiramar Shopping e ficará aberto até o dia 12 de fevereiro, das 14h às 22h.</p>
<p>Durante 27 dias, participam cerca de 140 núcleos produtivos dos setores de artesanato e agronegócio, além de cooperativas e associações que irão comercializar ostras, produtos coloniais, bebidas, papel machê, tecelagem e renda, entre outros artigos.</p>
<p>O objetivo da vitrine, que tem como tema “Mais que produtos&#8230; talento e tradição”, é valorizar a cultura e a arte catarinense. “A época do ano e a parceria com o Beiramar Shopping são pontos positivos para mostrarmos aos turistas que visitam a cidade e aos moradores da capital os produtos de alto valor agregado que podem ser encontrados em todo o estado e que colaboram com o crescimento da economia catarinense”, afirma Jefferson Bueno, gestor do evento e coordenador do programa de artesanato do Sebrae em Santa Catarina. Segundo Bueno, no ano passado, foram comercializados aproximadamente R$ 400 mil em produtos.</p>
<p><strong>Mulheres do Frei</strong></p>
<p>Na quinta edição, mais do que expor e comercializar artigos, a vitrine tem proposta de apresentar questões como sustentabilidade, emprego e renda. Uma das associações participantes é a Mulheres do Frei, de Palhoça, que conta com cinco sócias e 23 terceirizadas para a fabricação de artigos de artesanato local como sachês, toalhas de lavabo e jogos americanos.</p>
<p>Segundo a presidente da Associação, Rosângela Loureiro Gorri, as Mulheres do Frei participam da vitrine desde sua primeira edição. Rosângela explica que os artigos e a forma de produção foram aprimorados com apoio de consultorias do Sebrae em questões como melhoria do design e técnicas de produção. “Vemos neste evento a chance de mostrar nosso trabalho e ganhar visibilidade tanto para os moradores, quanto para quem vem de fora. Desde o início, o Sebrae tem sido nosso grande incentivador”, conta.</p>
<p>Para este ano, a presidente prevê aumento nas vendas durante a exposição. “Em 2011, foram cerca de R$ 8 mil comercializados e esperamos o dobro do valor nesta edição”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: tosabendo.com</p>
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		<title>Ibiúna pode ganhar curso técnico de Agronegócio</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em reunião com a pró-reitoria do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (CEFET) de São Roque, realizada no dia 10 de janeiro, o prefeito Coiti Muramatsu manifestou seu interesse em trazer um campus avançado para Ibiúna, ou seja, aulas do curso técnico de Agroindústria e Agronegócio sendo ministrados na cidade.  Também estiveram presentes os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em reunião com a pró-reitoria do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (CEFET) de São Roque, realizada no dia 10 de janeiro, o prefeito Coiti Muramatsu manifestou seu interesse em trazer um campus avançado para Ibiúna, ou seja, aulas do curso técnico de Agroindústria e Agronegócio sendo ministrados na cidade.  Também estiveram presentes os secretários de Agricultura, Benedito Vieira Martins, e Educação, Leila Ruivo do Carmo, além do vereador Eduardo Anselmo Domingues Neto e do ex-prefeito Jonas de Campos.</p>
<p>Parceria<br />
Na proposta apresentada a Coiti, a prefeitura cederia o espaço físico enquanto a escola ficaria responsável pelo corpo docente. Para o prefeito, a chegada de um campus no município seria de extrema importância. Hoje, o mercado agrícola tornou-se muito mais dinâmico e adota novas técnicas de cultivo, de administração e marketing, de forma que determinados conhecimentos tornam-se fundamentais para a sobrevivência do negócio. &#8220;A agricultura é o motor de nossa economia e temos que preparar as novas gerações de agricultores, alinhando-as às novas realidades do mercado&#8221;, apontou o prefeito. &#8220;Ibiúna tem total condição de receber um campus avançado e, com certeza, a população só tem a ganhar com isso&#8221;, afirmou.<br />
Na ocasião, contudo, foi ressaltado que o interesse por parte dos alunos é fundamental para trazer a CEFET para Ibiúna. Hoje, 83 ibiunenses estão matriculados na instituição. A intenção do prefeito e da reitoria é tornar esse número ainda maior. “Quanto mais procura houver, maiores são as chances de conseguirmos essa conquista para nossa cidade, porque mostraremos o interesse da população para com os cursos da escola”, destacou Coiti.</p>
<p>Auxílio no transporte<br />
Para os ibiunenses que estudam na unidade São Roque, será analisada uma maneira de contribuir com transporte escolar. “Estudaremos as leis e as formas de cooperar com os estudantes. Nosso maior objetivo é trazer a escola técnica para a cidade, mas enquanto isso não acontece temos que ajudar as pessoas que estudam nas unidades próximas”, finalizou o prefeito.</p>
<p>Fonte: jeonline.com.br</p>
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		<title>Carteira do BB atinge recorde de R$ 20,4 bilhões</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 17:54:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As facilidades implantadas pelo Banco do Brasil na contratação da linha de crédito para capital de giro das empresas e de financiamento para aquisição de bens e serviços têm despertado muita aceitação do empresariado, de acordo com o vice-presidente de Agronegócio e de Micro e Pequenas Empresas, Osmar Dias. O saldo em carteira do BB Giro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="conteudo" align="justify">
<div id="HOTWordsTxt">
<div>As facilidades implantadas pelo Banco do Brasil na contratação da linha de crédito para capital de giro das <a href="http://www.dci.com.br/Carteira-do-BB-atinge-recorde-de-R$-20_4-bilhoes-13-405837.html#" rel="nofollow">empresas</a> e de financiamento para aquisição de bens e serviços têm despertado muita aceitação do empresariado, de acordo com o vice-<a href="http://www.dci.com.br/Carteira-do-BB-atinge-recorde-de-R$-20_4-bilhoes-13-405837.html#" rel="nofollow">presidente</a> de Agronegócio e de Micro e Pequenas Empresas, Osmar Dias. O saldo em carteira do BB Giro Empresa Flex chega a R$ 20,4 bilhões, o mais alto de todos os tempos, segundo ele.</div>
<div>Direcionada a empresas com faturamento bruto anual de mais de R$ 1 milhão, a linha de crédito funciona desde junho de 2007, e de lá par cá já desembolsou R$ 223 bilhões, com o saldo em carteira sempre crescendo. De acordo com o <a href="http://www.dci.com.br/Carteira-do-BB-atinge-recorde-de-R$-20_4-bilhoes-13-405837.html#" rel="nofollow">diretor</a>, por conta de flexibilidades como a renovação do financiamento a cada 360 dias e o cronograma de pagamentos ajustável ao fluxo de caixa da empresa.</div>
<div>O BB Giro Empresa Flex também apóia os exportadores com financiamentos sem a incidência de Imposto sobre Operações <a href="http://www.dci.com.br/Carteira-do-BB-atinge-recorde-de-R$-20_4-bilhoes-13-405837.html#" rel="nofollow">Financeiras</a> (IOF), bem como a antecipação de valores aos fornecedores da União, de estados e de municípios. Tem ainda o segmento exclusivo para as empresas do agronegócio, que investiu R$ 1,4 bilhão com recursos da poupança rural, o que permite taxas de juros atrativas, a partir de 1,15% ao mês.</div>
</div>
</div>
<p>Fonte: dci.com.br</p>
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		<title>Banco do Brasil intensifica a atuação nos financiamentos rurais em 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 16:59:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.coonagro.coop.br/?p=388</guid>
		<description><![CDATA[O Banco do Brasil intensificou sua atuação nos financiamentos a atividades rurais sustentáveis nos últimos seis meses. Desde julho de 2011, foram mais de 580 operações contratadas dentro do programa federais Agricultura de Baixo Carbono (ABC). Para tanto, o Banco do Brasil (BB) investiu fortemente na qualificação de técnicos, que foram capacitados, em parceria com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco do Brasil intensificou sua atuação nos financiamentos a atividades rurais sustentáveis nos últimos seis meses. Desde julho de 2011, foram mais de 580 operações contratadas dentro do programa federais Agricultura de Baixo Carbono (ABC). Para tanto, o Banco do Brasil (BB) investiu fortemente na qualificação de técnicos, que foram capacitados, em parceria com o Ministério da Agricultura e a Embrapa, para a elaboração de projetos técnicos do Programa ABC.</p>
<p>Dono da maior carteira de crédito rural do país e com conhecimento do segmento rural brasileiro, o Banco do Brasil preparou projetos técnicos modulares, específicos para cada região do país, visando acelerar o processo de contratação e atrair mais produtores ao Programa ABC.</p>
<p>Além de promover a melhoria da competitividade da agricultura brasileira e contribuir para a redução do desmatamento, a linha oferece condições atrativas e favoráveis aos produtores. Os encargos financeiros são de 5,5% ao ano e o prazo de financiamento pode chegar a 180 meses. Os produtores rurais podem financiar até R$ 1 milhão em cada ano-safra, independentemente de outros créditos concedidos ao amparo de recursos controlados do crédito rural.</p>
<p><strong>Orçamento total para safra 2011/2012</strong></p>
<p>O orçamento total do BB para o Programa ABC na safra 2011/12 é de R$ 850 milhões, o Programa apóia projetos destinados a recuperação de áreas degradadas, implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária, lavoura-floresta, pecuária-floresta ou lavoura, pecuária, floresta, implantação e manutenção de florestas comerciais ou à recomposição de reserva legal ou de áreas de preservação permanente, implantação de sistemas orgânicos de produção agropecuária, sistemas de plantio direto &#8220;na palha&#8221; e de tratamento de dejetos e resíduos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: economiasc.com.br</p>
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		<title>Exportação do agronegócio pode superar US$ 100 bi</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 19:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, avaliou hoje que as exportações brasileiras deverão continuar a crescer neste ano. &#8220;Temos como meta para 2012 ultrapassar a barreira dos US$ 100 bilhões. Isso significa um crescimento de 5,7% apenas. Francamente, temos condições de alcançar&#8221;, disse o ministro durante coletiva para comentar os resultados da balança comercial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<p>O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5935823/exportacao-do-agronegocio-pode-superar-us-100-bi.aspx#" rel="nofollow">Filho</a>, avaliou hoje que as exportações brasileiras deverão continuar a crescer neste ano. &#8220;Temos como meta para 2012 ultrapassar a barreira dos US$ 100 bilhões. Isso significa um crescimento de 5,7% apenas. Francamente, temos condições de alcançar&#8221;, disse o ministro durante coletiva para comentar os resultados da balança comercial do agronegócio em 2011.</p>
<p>Ribeiro participou rapidamente da entrevista e se ausentou alegando que precisava resolver problemas sobre seca no Sul do País, chuva em outras regiões e febre aftosa. &#8220;Enfim, todas as coisas que são do dia-a-dia do ministério&#8221;, resumiu. </p>
<p>O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, salientou que a questão da febre aftosa é um grande <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5935823/exportacao-do-agronegocio-pode-superar-us-100-bi.aspx#" rel="nofollow">desafio</a> para o Brasil. &#8220;Temos que tratar isso em termos de América do Sul&#8221;, afirmou, durante entrevista coletiva. </p>
<p>Segundo o ministro, o <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5935823/exportacao-do-agronegocio-pode-superar-us-100-bi.aspx#" rel="nofollow">Brasil</a> conta com o Exército na fronteira e gado vacinado, mas é preciso que o tema seja tratado por todo o Mercosul. Mendes lembrou que o País possui um adido em Buenos Aires, capital da Argentina. &#8220;Mas precisamos cuidar da Bolívia e do Paraguai. Esse adido precisa ter mais cuidados com esses países. Se for necessário, vamos buscar um adido a mais para Bolívia e Paraguai, onde os problemas de febre aftosa estão mais importantes&#8221;, comentou.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que esperar do agronegócio em 2012?</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2012/o-que-esperar-do-agronegocio-em-2012/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 17:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A confiança no agronegócio brasileiro está alta, e não é por menos, já que o país sustenta o apelido de “celeiro do mundo”, devido a sua grande abrangência de exportação de produtos do campo. Para se ter uma ideia da boa fase, o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio, que caiu 5,51% em 2009 em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A confiança no agronegócio brasileiro está alta, e não é por menos, já que o país sustenta o apelido de “celeiro do mundo”, devido a sua grande abrangência de exportação de produtos do campo. Para se ter uma ideia da boa fase, o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio, que caiu 5,51% em 2009 em razão da crise mundial, saltou para 7% em 2010, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Em 2011, o PIB do agronegócio brasileiro cresceu 6,12%, totalizando R$ 822,9 bilhões.</p>
<p>A Husqvarna, multinacional sueca líder em equipamentos para o manejo de áreas verdes, está de olho em três importantes setores do agronegócio: o campo, pela sua potência em oferecer produtos de qualidade para o país e para o mundo; o plantio e manejo de árvores, por ser um dos maiores setores em expansão, que atua como segunda fonte de renda para os produtores rurais e abastece mercados importantes, além de ser o reflorestamento um meio de preservar as florestas nativas; e os trabalhos em jardins residenciais, já que a empresa sempre esteve atenta às tendências de paisagismo, disponibilizando para o usuário doméstico conforto e produtividade ao cuidar do seu jardim.</p>
<p>CRESCIMENTO NO CAMPO &#8211; No agronegócio iremos focar no promissor setor de alimentos, já que, no cenário mundial, a produção precisa crescer 20% nos próximos dez anos para dar conta da demanda. No segmento cafeeiro, por exemplo, a Husqvarna oferece o Kit Café, composto por equipamentos de alto desempenho e facilidade no manuseio, ideais para profissionais que buscam produtividade no processo de plantio, colheita e manejo do café. Em 2012 a Husqvarna reforça a sua linha com produtos de alta tecnologia para oferecer o que há de melhor aos produtores rurais, para a manutenção das áreas verdes de suas propriedades.</p>
<p>FLORESTAS PLANTADAS: UMA SOLUÇÃO INTELIGENTE &#8211; Um dos últimos boletins da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (ABRAF) afirma que a área de reflorestamento de eucalipto apresentou um forte crescimento no Brasil, chegando a 32,3% em 2009. E de olho neste cenário, encontramos oportunidades para a expansão de vendas de nossos equipamentos que são referência em manejo de áreas verdes.</p>
<p>A FORÇA DOS JARDINS &#8211; A temporada de jardim, que começou em setembro de 2011 e se estende até, pelo menos, março de 2012, será motivo para iniciarmos o ano com enfoque na divulgação de nossos aparadores de grama, roçadeiras, cortadores de grama, podadores de cerca-viva, sopradores, ou seja, a solução completa para os cuidados com o jardim.</p>
<p>Além disso, uma de nossas principais metas para este novo ano é conquistar novos clientes e fortalecer laços com aqueles que já possuímos. Para isso, traremos para o Brasil, assim como fizemos em 2011, produtos com as características que só a Husqvarna consegue oferecer: alta tecnologia, fácil manuseio, potência e leveza.</p>
<p>O QUE ESPERAR DE 2012? &#8211; Iniciaremos o ano com visão em desenvolvimento de vendas e mercado, respeitando as peculiaridades de cada região e maximizando oportunidades que fortaleçam a marca Husqvarna. Investiremos em novos nichos de mercado, acreditando na qualidade de nosso portfólio de produtos para diversas aplicações no país e no mundo, buscando sempre agregar valor a nossa marca e honrar a liderança que temos mundo afora. Nossa equipe mundial está em sintonia. Trabalhamos todos engajados em um mesmo compromisso: oferecer produtos com as melhores tecnologias que atendam e superem as expectativas do mercado do agronegócio, reflorestamento e manejo de áreas verdes em geral.</p>
<p>André Lobo Faro é gerente nacional de vendas da Husqvarna, líder no fornecimento de equipamentos para o manejo de áreas verdes.</p>
<p>Fonte: tribunatp.com.br</p>
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		<item>
		<title>Lucro da Cargill cai 88% no segundo trimestre fiscal</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2012/lucro-da-cargill-cai-88-no-segundo-trimestre-fiscal/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A companhia de agronegócios Cargill registrou queda de 88% lucro das operações contínuas durante o segundo trimestre fiscal, encerrado em 30 de novembro de 2011, totalizando US$ 100 milhões. No mesmo período do ano passado, foram obtidos US$ 832 milhões. Nos primeiros seis meses do ano fiscal 2012, o lucro de operações contínuas alcançou US$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A companhia de agronegócios Cargill registrou queda de 88% lucro das operações contínuas durante o segundo trimestre fiscal, encerrado em 30 de novembro de 2011, totalizando US$ 100 milhões. No mesmo período do ano passado, foram obtidos US$ 832 milhões. Nos primeiros seis meses do ano fiscal 2012, o lucro de operações contínuas alcançou US$ 336 milhões, ante US 1,53 bilhão no primeiro semestre do ano passado.</p>
<p>Os dados do ano anterior excluem o lucro da antiga participação majoritária da Cargill na Mosaic. As receitas consolidadas no segundo trimestre totalizaram US$ 33,3 bilhões, um aumento de 17% ante os US$ 28,5 bilhões registrados um ano antes. As receitas do primeiro semestre somaram US$ 67,9 bilhões, ante US$ 54,2 bilhões no período anterior.</p>
<p>&#8220;O segundo trimestre ficou significativamente abaixo das expectativas, especialmente em comparação com o ano passado, quando tivemos nosso mais forte trimestre de todos&#8221;, disse o presidente e CEO da Cargill, Greg Page, em comunicado à imprensa. &#8220;Nossos negócios com ingredientes de alimentos e serviços de agricultura geraram lucros sólidos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, nossos negócios baseados no comércio de commodities e gerenciamento de ativos enfrentaram desafios significativos&#8221;, acrescentou. Page mencionou incertezas políticas como dificuldade maior do que os fundamentos de oferta e demanda. Além disso, o desempenho da empresa no mercado de açúcar foi fraco e as operações com carnes tiveram um de seus trimestres mais fracos.</p>
<p>Os resultados de alguns segmentos da Cargill também foram influenciados por gastos com a aquisição de outras empresas, como a líder em nutrição animal Provimi. Page disse, ainda, que a Cargill está trabalhando ativamente para reduzir suas despesas e simplificar os procedimentos de trabalho. O CEO se mostrou otimista quanto às perspectivas de lucro da companhia para o restante do ano fiscal. As informações são da Dow Jones.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: economia.ig.com.br</p>
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		<title>Paraguai inicia sacrifício de animais após detecção de febre aftosa</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 19:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                                                                                                                     Os serviços veterinários do Paraguai iniciaram nesta segunda-feira (9/1) o sacrifício de mais de cem cabeças de gado para isolar um foco de febre aftosa detectado no departamento de San Pedro, quatro meses após outro caso reportado nesta área. Ao todo, serão sacrificados 154 bois da fazenda Nazareth, em Aguaray Amistad.  A medida sanitária também inclui nove cabeças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>                                                         <a href="http://www.coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2012/01/049325496002.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-377" title="0,,49325496,00" src="http://www.coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2012/01/049325496002.jpg" alt="" width="309" height="215" /></a>                                                            Os serviços veterinários do<strong> Paraguai</strong> iniciaram nesta segunda-feira (9/1) o sacrifício de mais de cem cabeças de gado para isolar um foco de <strong>febre aftosa</strong> detectado no departamento de San Pedro, quatro meses após outro caso reportado nesta área. Ao todo, serão sacrificados 154 bois da <strong>fazenda Nazareth</strong>, em Aguaray Amistad. </p>
<p>A medida sanitária também inclui nove cabeças de gado e cinco porcos de dois estabelecimentos vizinhos à fazenda, onde em 2 de janeiro foi confirmado o surgimento da doença. </p>
<p>Os animais são sacrificadas a tiros com uma &#8220;espingarda sanitária&#8221; e seus corpos são levados a uma fossa de 100 metros de comprimento, 3 metros de largura e 4 metros de profundidade, escavada na propriedade afetada com equipamentos do Ministério de Obras Públicas. </p>
<p>As operações, que contam com o apoio de agentes das Forças Armadas e da polícia, são realizadas a 15 quilômetros de outra fazenda onde em setembro passado foram sacrificados 820 bois depois da detecção dessa doença. </p>
<p>O aumento do número de casos de febre aftosa obrigou o governo a declarar em 4 de janeiro o estado de emergência sanitária animal na região afetada, assim como a ativação do Sistema Nacional de Emergência Sanitária Animal (<strong>Sinaesa</strong>). </p>
<p>O Paraguai, oitavo exportador mundial de carne bovina, com um rebanho de 12,5 milhões de cabeças, encontra-se em processo de estabilização de seus embarques, que haviam sido interrompidos de maneira preventiva em setembro passado. </p>
<p>A febre aftosa, que não afeta os humanos, ataca bovinos, ovinos, suínos, caprinos e outros ruminantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistagloborural.globo.com/">revistagloborural.globo.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Exportações foram de US$ 3,539 bilhões na primeira semana do ano</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 18:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na primeira semana do ano (1° a 8 de janeiro), com cinco dias úteis, as exportações brasileiras foram de US$ 3,539 bilhões, com média por dia útil de US$ 707,8 milhões. O valor é 2,3% inferior à média de US$ 724,5 milhões registrada em janeiro de 2011. Neste comparativo, caíram os embarques de semimanufaturados (-17,5%) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira semana do ano (1° a 8 de janeiro), com cinco dias úteis, as exportações brasileiras foram de US$ 3,539 bilhões, com média por dia útil de US$ 707,8 milhões. O valor é 2,3% inferior à média de US$ 724,5 milhões registrada em janeiro de 2011.</p>
<p>Neste comparativo, caíram os embarques de semimanufaturados (-17,5%) em razão de decréscimos nas vendas de semimanufaturados de ferro ou aço, óleo de soja em bruto, couros e peles e açúcar de cana em bruto. Em relação aos básicos (-4,9%), a retração foi impulsionada pelas quedas nas vendas de milho em grãos, petróleo em bruto, minério de ferro e café em grão. Houve aumento, porém, nas exportações de produtos manufaturados (1,4%), com destaques para aviões, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, veículos de carga, óxidos e hidróxidos de alumínio, máquinas e aparelhos para terraplanagem, e polímeros plásticos.</p>
<p>Em relação à média de dezembro passado (US$ 1,005 bilhão), a média das exportações verificou redução de 29,6%, com diminuição nas três categorias de produtos: básicos (-36,4%), manufaturados (-24,7%) e semimanufaturados (-24,3%).</p>
<p>As importações, na primeira semana de janeiro, somaram US$ 3,644 bilhões, com média diária de US$ 728,8 milhões. O resultado foi 3,3% acima da média de janeiro de 2011 (US$ 705,5 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com aeronaves e peças (57,8%), adubos e fertilizantes (41%), veículos automóveis e partes (31,8%), farmacêuticos (21,3%), plásticos e obras (12%) e equipamentos elétricos e eletrônicos (11,3%).</p>
<p>Na comparação com o resultado médio de dezembro de 2011 (US$ 832,4 milhões), houve retração de 12,4%. Houve diminuição, principalmente, nas compras dos seguintes produtos: combustíveis e lubrificantes (-40,4%), farmacêuticos (-19,9%), instrumentos de ótica e precisão (-13,6%), equipamentos mecânicos (-13,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (-10,3%), e adubos e fertilizantes (-10,1%).</p>
<p>Em relação ao saldo comercial, houve déficit de US$ 105 milhões, com média diária negativa de US$ 21 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 7,183 bilhões, com média diária de US$ 1,436 bilhão. Pela média, o resultado representou aumento de 0,5%, na comparação com janeiro do ano passado (US$ 1,430 bilhão), e diminuição de 21,8%, na relação com dezembro de 2011 (US$ 1,838 bilhão). </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: ocb.org.br</p>
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		<title>Estiagem provoca quebra na safra de verão no Paraná</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, através do seu Departamento de Economia Rural (Deral), divulgou na quinta-feira (5/1), o primeiro levantamento de perdas da safra de verão 2011/12. Durante os meses de novembro e dezembro, o regime de chuvas no Estado ficou abaixo da normalidade, prejudicando o desempenho das principais culturas. Estima-se até agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, através do seu Departamento de Economia Rural (Deral), divulgou na quinta-feira (5/1), o primeiro levantamento de perdas da safra de verão 2011/12. Durante os meses de novembro e dezembro, o regime de chuvas no Estado ficou abaixo da normalidade, prejudicando o desempenho das principais culturas.</p>
<p>Estima-se até agora uma redução de 2,55 milhões de toneladas de soja, milho e feijão que, aos preços de hoje, significa um prejuízo financeiro de R$ 1,52 bilhão. A quebra da produção representa 11,5% da safra paranaense de grãos de verão, que era estimada em 22,13 milhões de toneladas.</p>
<p><strong>Soja</strong> &#8211; As condições climáticas adversas comprometeram a safra paranaense. A produção inicialmente estimada em 14,15 milhões de toneladas foi reavaliada para 12,73 milhões. Estima-se uma quebra em torno de 10%, o que representa, em termos físicos, que cerca de 1,42 milhão de toneladas deixarão de ser produzidas. Em valores financeiros a perda é de R$ 1,02 bilhão.</p>
<p><strong>Milho (1ª safra)</strong> &#8211; A área plantada com milho 1ª safra, no Paraná, é de 938.335 hectares, 21% maior que a cultivada no ano anterior. A expectativa era que a produção atingisse 7,4 milhões de toneladas, 21% acima do volume obtido na safra passada (6,1 milhões de toneladas).</p>
<p>No entanto, a estiagem que vem ocorrendo desde fim de novembro afetou a produtividade inicialmente estimada. De acordo com levantamento feito pelos técnicos do Deral, a produção atual está prevista em 6,4 milhões de toneladas, o que representa uma redução de 14%, ou seja, uma quebra de 1,05 milhão de toneladas. Em valores financeiros estima-se um prejuízo de R$ 379,7 milhões.</p>
<p><strong>Feijão (1ª safra)</strong> &#8211; Estima-se que 33% da área total destinada à cultura do feijão 1ª safra (250.653 ha) foi colhida. A produção inicialmente esperada era de 430.637 toneladas, porém, a ocorrência de temperaturas abaixo da média para o período e a estiagem comprometetam o potencial produtivo. Calcula-se uma quebra de 19% na produção de feijão, cerca de 83 mil toneladas, o que representa um prejuízo de R$ 117,4 milhões. A produção atual está estimada em 348 mil toneladas.</p>
<p><strong>Clima</strong> &#8211; Durante o mês de dezembro, o regime de chuvas ficou abaixo da normalidade, comprometendo o desempenho da safra. Segundo o Simepar, nas estações meteorológicas de Toledo, Campo Mourão, Maringá, Londrina e Francisco Beltrão choveu abaixo de 1/3 da média normal para o mês.</p>
<p>As chuvas ocorridas na última semana de 2011 amenizaram em parte a situação de estiagem no Paraná. Em algumas localidades,como Assis Chateaubriand (Núcleo Regional de Toledo), houve registro de 116 mm no período. Porém, em Palotina, localizada no mesmo Núcleo, choveu apenas 9 mm.</p>
<p>De acordo com o diretor do Deral, Otmar Hubner, de maneira geral as condições das lavouras estão heterogêneas. Há registros de áreas em condições ruins com perdas significativas e irreversíveis e ao mesmo tempo lavouras que apresentam um bom desempenho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: agroredenoticias.com.br</p>
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		<title>Fertilizantes Heringer adquire totalidade das cotas da Maxifértil Fertilizantes</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 19:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fertilizantes Heringer informou, por meio de comunicado ao mercado divulgado nesta quinta-feira, que adquiriu a totalidade das cotas da Maxifértil Fertilizantes na última quarta-feira. A Maxifértil está localizada em Porto Alegre (RS) e seu parque fábril tem capacidade de produção de 30 mil toneladas por mês, capacidade semelhante a da filial de Porto Alegre. Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Fertilizantes Heringer informou, por meio de comunicado ao mercado divulgado nesta quinta-feira, que adquiriu a totalidade das cotas da Maxifértil Fertilizantes na última quarta-feira.</p>
<p>A Maxifértil está localizada em Porto Alegre (RS) e seu parque fábril tem capacidade de produção de 30 mil toneladas por mês, capacidade semelhante a da filial de Porto Alegre.</p>
<p>Segundo a nota, a filial terá suas atividades encerradas, passando a produção para a unidade industrial adquirida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: ultimoinstante.com.br</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Fábrica de fertilizantes inicia temporada de contratações</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2012/fabrica-de-fertilizantes-inicia-temporada-de-contratacoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 19:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; O consórcio construtor &#8211; formado pelas empresas GDK, Sinopec e Galvão Engenharia &#8211; já começou a contratar trabalhadores para as obras de construção da fábrica de fertilizantes da Petrobras. Para atender aos interessados em trabalhar na obra, as empresas montaram um escritório na rua Paranaíba, número 100, centro. No local, as pessoas deixam seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O consórcio construtor &#8211; formado pelas empresas GDK, Sinopec e Galvão Engenharia &#8211; já começou a contratar trabalhadores para as obras de construção da fábrica de fertilizantes da Petrobras. Para atender aos interessados em trabalhar na obra, as empresas montaram um escritório na rua Paranaíba, número 100, centro. No local, as pessoas deixam seus currículos.</p>
<p>Ontem, vários trabalhadores compareceram no local. Muitos deles são de outros estados e cidades vizinhas. Foi o caso do aposentado Osvaldino Soares de Oliveira, de 64 anos, morador de Castilho. De acordo com ele, uma agência de empregos de Castilho (SP) está informando que as empresas estão contratando pessoas para trabalhar na construção da fábrica, e viu a oportunidade de aumentar a renda familiar. “O salário de aposentado é pouquinho, né?! Então, a gente tenta ganhar um pouco mais”, comentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: jptl.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Secretaria alerta sobre foco de aftosa no Paraguai</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 18:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul, divulgou no final da tarde de ontem, 04, através de sua superintendência regional em Ijuí, alertando sobre o foco de aftosa no Paraguai. Salienta que está realizando atividades de vigilância sanitária nos municípios, visando evitar a introdução do vírus da febre aftosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul, divulgou no final da tarde de ontem, 04, através de sua superintendência regional em Ijuí, alertando sobre o foco de aftosa no Paraguai.</p>
<p>Salienta que está realizando atividades de vigilância sanitária nos municípios, visando evitar a introdução do vírus da febre aftosa no estado.</p>
<p>No intuito de obter ajuda da população no combate ao descaminho, a superintendência solicita que comunique o órgão quando observar qualquer animal com sintoma característico da doença: salivação em excesso e manqueira. Também, a circulação de bovinos com procedência desconhecida ou suspeita.</p>
<p>O órgão coloca a disposição os telefones: 0800 704 1995, do Ministério de agricultura, pecuária e abastecimento, e, 51 3288 6200, da SEAPA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: radioprogresso.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Preços agropecuários sobem 14,57% em 2011, aponta IEA</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 16:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.coonagro.coop.br/?p=343</guid>
		<description><![CDATA[O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (iqPR) cresceu 14,57% em 2011, influenciados pela variação dos preços da cana-de-açúcar, que subiram 36,42% no ano,informou nesta quinta-feira o Instituto de Economia Agrícola (IEA). Excluindo a cana-de-açúcar, os preços agropecuários tiveram queda de 1,87%, enquanto os produtos vegetais apresentaram queda ainda maior, de 9,01%. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (iqPR) cresceu 14,57% em 2011, influenciados pela variação dos preços da cana-de-açúcar, que subiram 36,42% no ano,<a href="http://ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-agronegocio/61041-precos-agropecuarios-sobem-2011-aponta-iea.html#" rel="nofollow">informou</a> nesta quinta-feira o Instituto de Economia Agrícola (IEA).</p>
<p>Excluindo a cana-de-açúcar, os preços agropecuários tiveram queda de 1,87%, enquanto os produtos vegetais apresentaram queda ainda maior, de 9,01%.</p>
<p>Em relação a dezembro de 2010, as maiores altas foram apresentadas pelos preços do feijão (+79,76%), algodão (+66,30%), tomate para mesa (+44,82), cana-de-açúcar (+36,42%), café (+32,63%), leite C (+17,49%), banana nanica (+16,88%), ovos (+16,50%), leite B (+14,02%) e amendoim (+6,53%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: ultimoinstante.com.br</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Paraná intensifica ações na fronteira para evitar entrada de gado com aftosa</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2012/parana-intensifica-acoes-na-fronteira-para-evitar-entrada-de-gado-com-aftosa/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 19:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Equipes paranaenses de fiscalização sanitária vão trabalhar 24 horas nos postos de inspeção da área de fronteira para evitar a entrada de gado com febre aftosa no país. Além disso, o governo vai montar barreiras nas principais vias entre o Paraná, Mato Grosso do Sul, o Paraguai e a Argentina, bem como visitar propriedades que possam estar expostas a risco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Equipes paranaenses de <strong>fiscalização sanitária</strong> vão trabalhar 24 horas nos postos de inspeção da área de fronteira para evitar a entrada de gado com <strong>febre aftosa</strong> no país. Além disso, o governo vai montar barreiras nas principais vias entre o <strong>Paraná, Mato Grosso do Sul, o Paraguai e a Argentina</strong>, bem como visitar propriedades que possam estar expostas a risco ou suspeitas de foco de aftosa.</p>
<p>O governo paranaense comunicou no início da noite desta terça-feira (3/1) que todas as medidas serão tomadas em função da notificação de um novo caso da doença no Paraguai. A aftosa foi diagnosticada em bovinos de uma propriedade na localidade de <strong>Aguaray Amistad</strong>, no<strong>departamento de San Pedro</strong>, a cerca de 30 quilômetros do foco notificado em setembro de 2011.</p>
<p>A Divisão de Sanidade Animal da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento estará alerta para que as cargas das espécies suscetíveis (bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos) que entrem no Paraná sejam vistoriadas com prioridade. A movimentação de bovinos deverá estar devidamente registrada no cadastro da divisão.</p>
<p>Autoridades sanitárias do Paraná e de Mato Grosso do Sul, que já está mobilizando forças policias e o Exército para também reforçar a vigilância no trânsito de animais, vão trabalhar de forma integrada com o governo federal.</p>
<p>O Paraná encerrou há cerca de mês uma campanha de vacinação que imunizou aproximadamente 97% do rebanho e trabalha com o propósito de se tornar livre da aftosa, sem vacinação, até 2013.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistagloborural.globo.com/">revistagloborural.globo.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Preço agropecuário em São Paulo sobe 0,19% em dezembro, diz IEA</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2012/preco-agropecuario-em-sao-paulo-sobe-019-em-dezembro-diz-iea/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 18:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Índice quadrissemanal de Preços Recebidos (IqPR) pelo produtor rural paulista teve elevação de 0,19% em dezembro passado. O IqPR-V (produtos de origem vegetal) e o IqPR-A (produtos de origem animal) subiram, respectivamente, 0,12% e 0,37% no período, informam os pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria estadual de Agricultura e Abastecimento. Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice quadrissemanal de Preços Recebidos (IqPR) pelo produtor rural paulista teve elevação de 0,19% em dezembro passado. O IqPR-V (produtos de origem vegetal) e o IqPR-A (produtos de origem animal) subiram, respectivamente, 0,12% e 0,37% no período, informam os pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria estadual de Agricultura e Abastecimento.</p>
<p>Quando a cana-de-açúcar é excluída do cálculo do índice, por causa da sua importância na ponderação dos produtos, tanto IqPR como IqPR-V fecham negativos. A queda é de, respectivamente, em 0,21% e 0,87%, em virtude da variação positiva da cana (0,64%) no período considerado.</p>
<p>Os produtos do IqPR que registraram as maiores altas no mês de dezembro foram: feijão (14,86%), laranja para indústria (10,22%), carne suína (9,49%) e ovos (7,19%). Os produtos que apresentaram as maiores quedas de preços no último mês de 2011 foram: batata (47,96%), tomate para mesa (24,65%), trigo (4,74%), amendoim (4,31%) e milho (4,08%). No período analisado, 10 produtos apresentaram alta de preços (7 de origem vegetal e 3 de origem animal) e 10 apresentaram queda (7 de origem vegetal e 3 de origem animal).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: economia.ig.com.br</p>
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		<title>Técnicos da Sefaz participam de evento em Salvador</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 19:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Representando a Secretaria da Fazenda, coordenadores do Agronegócio da Gerência de Arrecadação e Fiscalização viajam hoje para Salvador (BA), onde participam até amanhã de encontro com técnicos da Sefaz daquele Estado. Os coordenadores Geraldo Pacheco Saad e a geógrafa e assessora especial Maria Gonçalves da Silva Barbalho vão apresentar aos técnicos baianos a importância do geoprocessamento no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2012/01/images.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-335" title="images" src="http://www.coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2012/01/images-300x123.jpg" alt="" width="300" height="123" /></a></p>
<p>Representando a Secretaria da Fazenda, coordenadores do Agronegócio da Gerência de Arrecadação e Fiscalização viajam hoje para Salvador (BA), onde participam até amanhã de encontro com técnicos da Sefaz daquele Estado. Os coordenadores Geraldo Pacheco Saad e a geógrafa e assessora especial Maria Gonçalves da Silva Barbalho vão apresentar aos técnicos baianos a importância do geoprocessamento no controle agropecuário desenvolvido pela Secretaria de Fazenda em Goiás. Segundo Geraldo Saad, o convite para participar do evento se deve ao interesse da Sefaz da Bahia em conhecer o sistema de geoprocessamento goiano e adaptá-lo para uso no controle da safra agrícola do oeste baiano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: folhadenoticias.com.br</p>
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		<title>Vendas de fertilizantes atingiram recorde no Brasil em 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 16:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giorgio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), de janeiro a novembro foram entregues 26,5 milhões de toneladas de fertilizantes ao consumidor final. As vendas em 2011 devem ultrapassar 28 milhões de toneladas, registro recorde no país. Este volume é 14,3% maior que o comercializado em 2010. Os preços das commodities agrícolas em patamares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), de janeiro a novembro foram entregues 26,5 milhões de toneladas de fertilizantes ao consumidor final. As vendas em 2011 devem ultrapassar 28 milhões de toneladas, registro recorde no país. Este volume é 14,3% maior que o comercializado em 2010.</p>
<p>Os preços das commodities agrícolas em patamares elevados fizeram crescer a utilização de tecnologia na safra 2011/2012, aponta a Scot Consultoria.</p>
<p>Os fertilizantes nitrogenados subiram, em média, 24% na comparação com 2010. Para os adubos fosfatados e potássicos as altas foram, respectivamente, de 19,8% e 13,7%.<br />
Fonte: sonoticias.com.br</p>
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		<title>PR eleva safra de milho para 7,4 milhões de toneladas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 13:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo, 24 &#8211; O Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral) elevou hoje sua estimativa para a safra 2011/12 de milho para 7,4 milhões de toneladas, ante 7,3 milhões de t na previsão de outubro. Com isso, a produção ficará 22% acima do que foi registrado em 2010/11. O rendimento médio esperado é de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">São Paulo, 24 &#8211; O Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral) elevou hoje sua estimativa para a safra 2011/12 de milho para 7,4 milhões de toneladas, ante 7,3 milhões de t na previsão de outubro. Com isso, a produção ficará 22% acima do que foi registrado em 2010/11. O rendimento médio esperado é de 7.931 quilos por hectare.</p>
<p style="text-align: justify;">Principal produtor nacional do grão, o Paraná está prestes a finalizar o plantio do milho, com 98% dos 936,25 mil hectares semeados até segunda-feira, de acordo com levantamento divulgado há pouco pela Secretaria de Agricultura (Seab). Do total das lavouras, 94% estavam em boas condições.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da soja, a produção está estimada em 14,2 milhões de toneladas, leve aumento ante os 14,1 milhões de t previstos anteriormente. Em relação à safra passada, a queda é de 7%. O plantio também avança para a fase final, com 94% dos 4,4 milhões de hectares plantados até o início da semana. O rendimento esperado para esta safra é de 3.217 quilos por hectare, sendo que 98% das lavouras estão em boas condições.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação à comercialização antecipada, 21% da soja e 11% do milho foram negociados por produtores e cooperativas até agora.</p>
<p style="text-align: justify;">O Deral, vinculado à Seab, informa ainda que 94% das lavouras de trigo foram colhidas até segunda-feira, com 83% da cultura em boa condição e 16% em situação média. Até o momento, 30% da produção foi negociada.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência do Estado</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Preço da mandioca reage e anima produtores paranaenses</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 11:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Paraná é um dos maiores produtores de mandioca do Brasil. O estado tem uma área plantada de 184 mil hectares, mais da metade está na região noroeste. É tempo de colheita e o agricultor Claudinei Frasson comemora. Em uma área de 20 hectares, ele espera colher 450 toneladas, o que deve render um bom lucro. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Paraná é um dos maiores produtores de mandioca do Brasil. O estado tem uma área plantada de 184 mil hectares, mais da metade está na região noroeste.</p>
<p style="text-align: justify;">É tempo de colheita e o agricultor Claudinei Frasson comemora. Em uma área de 20 hectares, ele espera colher 450 toneladas, o que deve render um bom lucro.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa dos produtores é que o bom preço permaneça até o início do ano. Em março, as plantações de mandioca atingem o ápice da produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje os agricultores estão colhendo em média 25 toneladas por hectare, enquanto nos primeiros meses do ano a expectativa é que o número chegue a 30, 35 toneladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ivo Pierin, vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca, fala sobre o volume da safra e os preços praticados. </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: G1.com</p>
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		<title>Segunda safra de milho coloca país em situação privilegiada</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 16:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O que fazer com a produção de milho safrinha? Hoje, o conceito de segunda safra de milho já se consolidou e o termo safrinha apenas é lembrado pelas iniciativas feitas há mais de uma década em diversos estados brasileiros. Odacir Klein, presidente-executivo da Ubrabio (União Brasileira do Biodiesel), destaca um &#8220;detalhe&#8221; inquestionável quando o debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_cphConteudo_UcNoticiasDetalhe1_corpoNoticia">O que fazer com a produção de milho safrinha? Hoje, o conceito de segunda safra de milho já se consolidou e o termo safrinha apenas é lembrado pelas iniciativas feitas há mais de uma década em diversos estados brasileiros. Odacir Klein, presidente-executivo da Ubrabio (União Brasileira do Biodiesel), destaca um &#8220;detalhe&#8221; inquestionável quando o debate são os investimentos maciços feitos nessa época de plantio. &#8220;A produção da safra de verão de milho deverá chegar a 37 milhões de toneladas. Já a da segunda safra chegará a 27 milhões. Temos um consumo interno de 50 milhões de toneladas de milho. Ora, sem a segunda safra, teríamos uma carência de 13 milhões de toneladas do cereal&#8221;, pontua.</p>
<p>Klein ainda reforça que a segunda safra de milho é fundamental para o abastecimento do país e para que sejam criados excedentes exportáveis. Somente em Mato Grosso, principal estado produtor, a produção chegará a 9,4 milhões de toneladas, ultrapassando o Paraná, no patamar de nove milhões de toneladas. Mesmo antes de semeado, o milho segunda safra, que começará a ser plantado após a colheita da soja no estado de Mato Grosso, tem expressiva parcela já vendida. Entre os principais mercados consumidores, destaque para Arábia, Colômbia e Coreia do Sul.</p>
<p>Nesse cenário, entre as previsões apontadas por Odacir, estão o aumento da demanda por proteínas animais, o crescimento do volume de milho para etanol, aumentos expressivos da produtividade e três situações que deverão ocorrer no mercado internacional: a China aumentará as importações, a Argentina buscará agregar valor ao cereal, transformando o milho em combustível e em rações para aves, e os Estados Unidos passarão por um cenário competitivo entre o milho destinado para etanol e a quantidade do cereal que deverá ser destinada às exportações.</p>
<p><strong>LIDERANÇA NA PRODUÇÃO -</strong> Parte dessa conjuntura será comum ao Brasil, na visão do produtor rural e prefeito do município de Lucas do Rio Verde-MT Marino José Franz. &#8220;O Mato Grosso deverá agregar valor ao produto. Temos um potencial muito grande, mas temos também que diversificar nossa produção, viabilizando o segmento de carnes. Essa será a principal maneira de viabilizarmos nosso principal negócio, a agricultura&#8221;, disse. E em uma situação semelhante aos Estados Unidos, maiores produtores de etanol a partir do milho, Marino destaca que a falta de logística de Mato Grosso levará o Estado a investir nessa possibilidade. &#8220;Reproduzo aqui uma afirmação do ex-governador, Blairo Maggi: iremos produzir etanol a partir do milho&#8221;, destacou.</p>
<p>O prefeito apresentou em painel sobre o escoamento da produção do milho segunda safra dados que colocarão o estado de Mato Grosso na liderança da produção agrícola. &#8220;Mato Grosso é a única região viável para o plantio da segunda safra em escala no mundo&#8221;, afirmou. A projeção de Marino Franz é que a produção de milho ultrapasse as 16 milhões de toneladas em 2014, com mais 10 milhões de hectares de área sendo incorporados à agricultura provenientes de pastagens. &#8220;Não haverá estrada para suportar essa produção. É sete vezes mais em conta transportar frango do que milho. Por isso, o setor de carnes viabilizará nosso principal negócio&#8221;, antecipou.</p>
<p>Diante desse contexto, o prefeito reforçou o crescimento do município proporcionado pela agricultura. De R$ 106 mil em 1996, o PIB subiu para R$ 1,3 milhão em 2011. &#8220;O próprio Brasil não conhece o potencial do nosso estado. Ou temos opções concretas para melhorias na logística de transporte, com a viabilização de ferrovias para nos ligar ao Pacífico, ou teremos realmente que investir em consumo&#8221;, frisou. Hoje, o custo do frete de grãos até o porto mais próximo representa mais de 45% do valor obtido pela venda de uma tonelada de grãos. Já em Ponta Grossa, esse valor representa apenas 8%.</p>
<p><strong>Dourados-MS sediará próxima edição</strong></p>
<p>Em assembleia realizada no final da tarde desta terça-feira, 22, foi definida a próxima cidade que sediará o Seminário Nacional de Milho Safrinha: Dourados-MS. O evento será uma promoção da ABMS (Associação Brasileira de Milho e Sorgo) e terá a realização da Embrapa Agropecuária Oeste, sediada no mesmo município. O pesquisador Gessi Ceccon será um dos responsáveis pela realização da próxima edição do seminário.</p>
<p>O XI Seminário Nacional de Milho Safrinha, promovido pela Fundação Rio Verde e ABMS (Associação Brasileira de Milho e Sorgo), é uma realização da Fundação Rio Verde, com patrocínio da Aprosoja, Cearpa, Sicredi, Nitral Urbana, Bayer, Basf, Syngenta, Pioneer, FMC, Dekalb e Bio Gene. Apoiam o evento o Sindicato Rural e a Prefeitura Municipal de Lucas do Rio Verde.</p>
<p>Mais informações no site<br />
<a href="http://www.agrolink.com.br/noticias/www.seminariomilhosafrinha.com.br">www.seminariomilhosafrinha.com.br</a>.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Embrapa Milho e Sorgo</strong></div>
<div><strong>Autor: Guilherme Viana</strong></div>
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		<title>Plantio de verão na melhor época</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/plantio-de-verao-na-melhor-epoca/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 12:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Maior produtor nacional de grãos, o Paraná encerra o plantio de verão nos próximos dias dentro do prazo recomendado – e com sol e chuva na medida certa. Enquanto lavouras do Sudoeste e do Oeste completam dois meses, nos Campos Gerais as plantadeiras estão concluindo a tarefa. O produtor Newton Tramontin, de Tibagi, terminou de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Maior produtor nacional de grãos, o Paraná encerra o plantio de verão nos próximos dias dentro do prazo recomendado – e com sol e chuva na medida certa. Enquanto lavouras do Sudoeste e do Oeste completam dois meses, nos Campos Gerais as plantadeiras estão concluindo a tarefa. O produtor Newton Tramontin, de Tibagi, terminou de plantar 77 hectares de soja nessa quarta-feira (23) à tarde, com previsão de produtividade acima de 3,7 mil quilos por hectare. Ele ampliou a área da oleaginosa em 55%. “Não estamos enfrentando seca nem chuva em excesso e os preços não estão ruins. Temos que aproveitar.” A saca de 60 quilos de soja vale R$ 45 na região – R$ 3 a menos do que os produtores recebiam um ano atrás. A Expedição Safra Gazeta do Povo apurou que o estado planta nesta safra de verão 4,67 milhões de hectares de soja e deve colher, em média, 3,2 mil quilos por hectare, com leve retração, projetada devido à previsão de que haverá falta de chuva em dezembro por causa do La Niña. A área do milho, por sua vez, cresceu para 900 mil hectares (19,8%), com potencial para 6,98 milhões de toneladas. A Expedição vai divulgar o indicador da produção do Centro-Norte na próxima terça-feira, no caderno Caminhos do Campo. Na sequência, serão reavaliados e apresentados os números nacionais.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div style="text-align: justify;"><strong>Gazeta do Povo</strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Autor: Diego Antonelli</strong></div>
]]></content:encoded>
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		<title>As exportações do agronegócio</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/as-exportacoes-do-agronegocio/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 15:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A balança comercial do agronegócio brasileiro continua a apresentar resultados expressivos. O saldo comercial do setor nos primeiros dez meses do ano totalizou US$ 65,3 bilhões, 22,7% maior do que o registrado no período janeiro-outubro de 2010. Na comparação entre os dois períodos, as importações cresceram mais (31,4%) do que as exportações (24,2%), mas o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A balança comercial do agronegócio brasileiro continua a apresentar resultados expressivos. O saldo comercial do setor nos primeiros dez meses do ano totalizou US$ 65,3 bilhões, 22,7% maior do que o registrado no período janeiro-outubro de 2010. Na comparação entre os dois períodos, as importações cresceram mais (31,4%) do que as exportações (24,2%), mas o total exportado foi mais do que suficiente para assegurar o bom desempenho comercial do agronegócio, que tem sido o principal responsável pelos sucessivos superávits registrados pelo comércio exterior total do País.</p>
<div id="ctl00_body_pnlPage">
<div style="text-align: justify;">
<p>Os dados divulgados pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura não deixam dúvidas quanto ao dinamismo e à eficiência produtiva e comercial desse segmento, que tem conseguido manter e, em alguns casos, ampliar mercados no exterior, apesar das turbulências que afetam o desempenho das principais economias do planeta. Há, porém, alguns aspectos no desempenho comercial recente do agronegócio que merecem atenção maior, pois, ainda que não apontem para a iminência de problemas nas exportações, mostram mudanças importantes no mercado mundial.</p>
<p>Em 2011, as exportações do setor até outubro alcançaram US$ 79,5 bilhões, com ganho de US$ 15,5 bilhões em relação ao resultado de igual período de 2010, de US$ 64,0 bilhões. Como apenas dois dos cinco principais grupos de produtos exportados pelo agronegócio registraram aumento do volume exportado &#8211; e de menos de 5% em ambos os casos -, o ganho se deveu basicamente à alta dos preços desses produtos nos últimos meses.</p>
<p>&#8220;A expansão de 24,2% nas vendas totais ocorreu, fundamentalmente, em função da elevação do preço médio de exportação, que subiu em todos os principais setores exportadores do agronegócio&#8221;, reconheceu o Ministério da Agricultura, na nota em que analisa os resultados da balança comercial do setor em outubro e nos dez primeiros meses do ano.</p>
<p>Agora, os preços devem cair. As cotações registraram, em fevereiro, sua maior alta dos últimos dois anos e meio, o que estimulou os produtores a ampliar a área cultivada. O resultado, como apontou há dias o secretário do Grupo Intergovernamental para Grãos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Abdolreza Abbassian, foi uma produção bem maior do que a prevista no início do ano.</p>
<p>Alguns efeitos do aumento da produção já são nítidos. Em outubro, o Índice de Preços de Alimentos da FAO atingiu seu ponto mais baixo dos últimos meses e, se confirmada a estimativa da organização de que a produção mundial de cereais em 2011 alcançará o recorde de 2,32 bilhões de toneladas, continuará a cair. Depois de atingir seu valor mais alto em junho, o preço do milho já caiu 20%, e ainda pode cair mais, antes de encontrar seu nível de equilíbrio. A soja está sendo negociada a um preço 19% menor do que a cotação máxima alcançada neste ano. O complexo soja lidera as exportações do agronegócio brasileiro.</p>
<p>Quando se examina o destino dos produtos exportados pelo setor fica evidente o enorme papel que a China já assumiu, e que continua a crescer. Quase um quinto de tudo o que o setor exporta (exatamente 18,3%, segundo o Ministério da Agricultura) vai para a China. No ano passado, as vendas para a China respondiam por 16,4% das exportações totais do agronegócio. Nos dez primeiros meses deste ano, os chineses já importaram do Brasil US$ 14,6 bilhões de produtos agroindustriais.</p>
<p>É essencial para a expansão do agronegócio brasileiro a conquista de fatias crescentes do imenso mercado chinês. A China é o maior importador mundial de soja e algodão e grande importador de açúcar. Por razões de política interna e pela escassez cada vez mais aguda de área para o cultivo de grãos &#8211; por causa da intensa urbanização do país e da necessidade de produção local de outros produtos vegetais para consumo interno -, a demanda chinesa por produtos importados continuará alta. E o Brasil pode atender a boa parte dessa demanda. Mas, para não se tornar inteiramente dependente do mercado chinês, precisa prestar mais atenção a outros mercados.</p>
<p>O Estado de São Paulo</p></div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Exportações do agronegócio brasileiro crescem 22% em outubro</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/exportacoes-do-agronegocio-brasileiro-crescem-22-em-outubro/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 13:43:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[  O aumento das exportações brasileiras do complexo soja, café, complexo sucroalcooleiro, fibras, produtos têxteis, cereais e farinhas tiveram desempenho significativo em outubro na balança comercial do agronegócio, divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na última sexta-feira, 11 de novembro. Os cinco setores foram responsáveis por 81,5% do incremento das exportações do mês. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
 </p>
<p style="text-align: justify;">O aumento das exportações brasileiras do complexo soja, café, complexo sucroalcooleiro, fibras, produtos têxteis, cereais e farinhas tiveram desempenho significativo em outubro na balança comercial do agronegócio, divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na última sexta-feira, 11 de novembro. Os cinco setores foram responsáveis por 81,5% do incremento das exportações do mês. No total, os embarques agropecuários somaram, em outubro, US$ 8,58 bilhões, apontando crescimento de 22,6% na comparação com o mesmo mês de 2010, que totalizou US$ 7 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">O setor que mais cresceu foi o complexo sucroalcooleiro, com valor de US$ 1,68 bilhão, o que representa um crescimento de 15,3% em comparação ao mesmo mês do ano anterior. O açúcar foi o principal item exportado desse setor em outubro, com o montante de US$ 1,48 bilhão, ou 9,7% acima do registrado no período anterior. Já em relação ao álcool, houve um incremento de 84,5% quando comparado a outubro de 2010, atingindo US$ 201 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">As exportações do complexo soja alcançaram US$ 1,39 bilhão em outubro, o que significa um crescimento de 41,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. O principal item negociado no mês foi a soja em grão, com US$ 737 milhões e 71,8% de crescimento sobre o ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">O setor de carnes foi responsável por 16% do total das exportações de outubro, ou US$ 1,373 bilhão. A carne de frango foi responsável por mais de 44% do total das exportações do setor de carnes no mês (US$ 608 milhões). A quantidade embarcada de carne de frango caiu 1,6%, enquanto o preço médio de exportação subiu 14,7%. A carne bovina também apresentou o mesmo desempenho, com elevação da receita de exportação em 16,3%, devido, exclusivamente à elevação do preço médio de venda em 19%, já que o volume embarcado teve uma redução de 2,2%. Nas exportações de carne suína, o aumento dos preços em 17% também acabou compensando a diminuição de 7,2% na quantidade vendida, ocorrendo um incremento de 8,6% das receitas de exportação do produto (US$135 milhões).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destinos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na análise por blocos econômicos ou regiões, os valores exportados pelos setores agropecuários cresceram para China (109,7%); Egito (112,8%); Venezuela (104,1%); EUA (66,2%); e Japão (65,2%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acumulado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As exportações brasileiras do agronegócio atingiram o montante recorde de US$ 91,902 bilhões nos últimos 12 meses (novembro/2010 a outubro/2011). Uma expansão de 24,4% em relação aos US$ 73,878 bilhões em exportações no mesmo período do ano anterior. As importações cresceram 32,1%, atingindo a cifra recorde de US$ 16,765 bilhões no período de um ano. No total, o superávit da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 75,136 bilhões no acumulados dos últimos doze meses. (Seprotur)</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">
Fonte: <strong>Da redação &#8211; (VO)</strong></p>
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		<title>Embrapa busca manejo para conter mofo branco da soja</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 14:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Fungo atinge mais de 2 milhões de hectares. Pesquisadores avaliam tratamentos com fungicidas ainda sem autorização comercial O mofo branco é um dos fantasmas que assombram os produtores de soja no Brasil. A doença causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, atinge cerca de 2,7 milhões de hectares da área de cultivo da oleaginosa no país, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h2>Fungo atinge mais de 2 milhões de hectares. Pesquisadores avaliam tratamentos com fungicidas ainda sem autorização comercial</h2>
<p>O<strong> mofo branco</strong> é um dos fantasmas que assombram os produtores de<strong> soja</strong> no Brasil. A doença causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, atinge cerca de 2,7 milhões de hectares da área de cultivo da oleaginosa no país, causando perdas que podem chegar a cerca de 40% da produção.</p>
<p>Por isso, a <strong>Embrapa Soja</strong> coordena um projeto que organizou uma rede de pesquisa formada por 15 instituições para avaliar a eficiência de fungicidas ao mofo branco. Na safra passada, foram montados 12 ensaios distribuídos entre <strong>Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina</strong>, regiões afetadas pela doença.</p>
<p>Os pesquisadores avaliaram 10 tratamentos com fungicidas, sendo a maioria dos produtos ainda sem registro comercial. Os resultados levaram à autorização de alguns produtos pelo Ministério da Agricultura. “Em 2011, foram registrados alguns produtos comerciais do princípio ativo fluazinam e da procimidona que mostraram boa eficiência de controle nos ensaios realizados pela rede&#8221;, diz o pesquisador <strong>Maurício Meyer</strong>, da Embrapa Soja.</p>
<p>A ocorrência da doença é maior nas regiões altas dos cerrados. O fungo pode infectar qualquer parte da planta de soja, provocando manchas aquosas e castanho-clara. “A doença é de difícil erradicação devido à sua ampla gama de hospedeiros e à longa permanência do fungo no solo”, explica  Meyer.<br />
A pesquisa também está avaliando formas de controle biológico. “Testamos os produtos com formulações a base de Trichoderma &#8211; fungo que se desenvolve na matéria orgânica do solo e consegue eliminar as estruturas de resistência do mofo branco”, afirma o pesquisador.</p>
<p>Segundo ele, as formulações de controle biológico podem contribuir com cerca de 40% de eficiência, por isso são boas opções para compor uma estratégia de manejo. “Precisamos também incluir nesta estratégia de manejo a rotação/sucessão com culturas não hospedeiras; a formação com cobertura com palhada; a atenção à qualidade das sementes e o tratamento das sementes com fungicidas apropriados; a utilização de cultivares com arquitetura de planta mais ereta (para facilitar a aplicação de fungicida e aeração entre plantas) e cuidados com limpeza de máquinas para evitar a disseminação do fungo&#8221;, explica.</p>
<p><em>Fonte: Globo Rural On-line</em></p>
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		<title>Goiás registra maior percentual de crescimento na área de milho</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 13:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[clima; lavoura; tecnologia; milho; produção; mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O município de Jataí, no sudoeste de Goiás, é um grande produtor de milho. Nesta safra de verão, o município cultiva perto de 16 mil hectares. São agricultores como Antonio Gazarini, que está plantando 1.150 hectares. Como o mercado estava comprador, ele decidiu vender antecipadamente toda a produção. “O preço foi convidativo e nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O município de Jataí, no sudoeste de <a href="http://g1.globo.com/topico/goias/">Goiás</a>, é um grande produtor de milho. Nesta safra de verão, o município cultiva perto de 16 mil hectares.</p>
<p>São agricultores como Antonio Gazarini, que está plantando 1.150 hectares. Como o mercado estava comprador, ele decidiu vender antecipadamente toda a produção. “O preço foi convidativo e nos induziu a plantar mais”, explica.</p>
<p>Os bons preços do milho este ano levaram os produtores goianos a investirem pesado na cultura, o estado é o que teve maior percentual de crescimento na área. Os 532 mil hectares da primeira safra representam um crescimento de 35% em relação ao mesmo período do ano passado. Além da expansão das áreas, houve também mais investimento em tecnologia.</p>
<p>A expectativa agora é que o clima ajude no desenvolvimento da lavoura. O agrônomo Jair Barrachi, que cuida de uma área de 250 hectares de milho, está otimista, já que a previsão é de clima favorável durante o ciclo da planta. “Devemos ter um clima favorável ao milho, como aconteceu na safra anterior”, ressalta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1.com</p>
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		<title>Valor Bruto da Produção de 2012 pode atingir R$ 214 bilhões</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 13:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério; crescimento; milho;arroz; trigo;soja;café ;estimativa;valor; produção; agrícola;safra; faturamento;]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira estimativa para o valor bruto da produção de 2012 pode ser 4,9% maior que a de 2011, atingindo R$ 214 bilhões. Em 2011, o valor alcançou R$ 204 bilhões. De acordo com coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques, a informação ainda é preliminar. A estimativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A primeira estimativa para o valor bruto da produção de 2012 pode ser 4,9% maior que a de 2011, atingindo R$ 214 bilhões. Em 2011, o valor alcançou R$ 204 bilhões. De acordo com coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques, a informação ainda é preliminar. A estimativa está baseada nos primeiros resultados dos levantamentos de intenção de plantio da próxima safra brasileira e também nos preços que são preliminares.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta primeira estimativa do valor da produção para 2012, o que mais se destaca é o aumento do faturamento da cana-de-açúcar de 34% em relação a 2011. Esse crescimento se deve principalmente à elevação dos preços que o produto tem alcançado. Entre janeiro e julho de 2011, os preços reais da cana-de-açúcar passaram de R$ 43,5 por tonelada para R$ 66,8 (aumento relativo de 53,6%).</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação aos resultados de 2011, observa-se uma elevação de 11,2% no valor da produção. O resultado é o maior até então obtido desde o início da série em 1997. Algumas lavouras apresentaram bom desempenho, como o algodão, que teve 110,3% de aumento do faturamento; café, com 36,3%, laranja, com 13,2%, milho, com 30,6%, soja, com 13%; e uva, com 44,9%. Juntamente com a cana de açúcar, esses seis produtos respondem, em 2011, por 77,7% do valor da produção de lavouras.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras culturas apresentaram resultados positivos em 2011, porém, mais modestos, é o caso de feijão, fumo, mandioca e tomate. Entre os produtos que apresentam queda de valor da produção em 2011, os de maior destaque são batata inglesa (24%), cebola, (59,3%) e trigo (16,4%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faturamento Regional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados por região e unidades da federação, como observado em acompanhamentos anteriores, mostram que apenas na região Norte o valor da produção diminuiu em 6,6% na comparação com o ano de 2010. As demais regiões apresentam aumento do faturamento em 2011, sendo Nordeste, 16,2%; Sudeste, 6,2%; Sul, 7,7%; Centro-Oeste, 33,9%. Os aumentos de preços e de produção de algumas culturas foram decisivos para a obtenção desses resultados, caso de algodão, soja, milho, cana de açúcar, e algumas frutas como banana, laranja e uva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saiba mais<br />
</strong> <br />
Elaborado pela Assessoria de Gestão Estratégica desde 1997, sob supervisão do coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques, o Valor Bruto da Produção é calculado com base na produção e nos preços praticados no mercado das 20 maiores lavouras do Brasil. Para realizar o estudo, são utilizados dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
<p style="text-align: justify;">O VBP é correspondente à renda dentro da propriedade e considera as plantações de soja, cana-de-açúcar, uva, amendoim, milho, café, arroz, algodão, banana, batata-inglesa, cebola, feijão, fumo, mandioca, pimenta-do-reino, trigo, tomate, cacau, laranja e mamona.</p>
<p style="text-align: justify;">Mensalmente, o Ministério da Agricultura divulga a estimativa do valor da produção agrícola para o ano corrente. Esse valor pode ser corrigido, de acordo com as alterações de preço e a previsão de safra anunciados ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Ministério da Agricultura</p>
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		<title>Pesquisa no PR produz resultados positivos no combate ao nematoide</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 12:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Os pesquisadores do Iapar, Instituto Agronômico do Paraná, estão conseguindo bons resultados no combate ao nematoide, um tipo de verme que ataca as lavouras de café. Além da rotação de cultura, a utilização de predadores naturais também está sendo testada. O agricultor Roberval dos Santos emprestou a propriedade, em Londrina, para os testes contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores do Iapar, Instituto Agronômico do Paraná, estão conseguindo bons resultados no combate ao nematoide, um tipo de verme que ataca as lavouras de café.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da rotação de cultura, a utilização de predadores naturais também está sendo testada. O agricultor Roberval dos Santos emprestou a propriedade, em Londrina, para os testes contra o nematoide, praga que causou R$ 70 mil de prejuízo ao produtor. &#8220;Eu erradiquei a lavoura duas vezes. Tirei a lavoura antiga, fiz uma lavoura nova e depois de quatro anos tive de erradicar de novo&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa na propriedade começou a ser desenvolvida em 2007. Primeiro, os pesquisadores trocaram o café por culturas resistentes ao nematoide, como milho, aveia e guandu, um tipo de feijão. Um ano e meio depois, foram enxertados 3,5 mil pés de café. Entre cada linha foi plantado o amendoim, que também ajuda a proteger a lavoura do nematoide.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outra experiência, pesquisadores estão usando um mix de fungos nematófagos. Aplicados no solo, eles capturam os vermes e impedem a reprodução.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores conseguiram reduzir os nematoides em 98% em laboratório e casas de vegetação.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência ainda não terminou no campo, mas os resultados são promissores. Onde houve aplicação dos fungos, os pés de café vingaram mesmo estando próximos de plantas doentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores também estão otimistas, mas querem mais um tempo para confirmar se encontraram a salvação da lavoura. &#8220;Eu pretendo fazer mais três aplicações em mais dois anos para que essa tecnologia possa ser difundida”, diz Alaíde Krzyzanowski, agrônoma do Iapar.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: G1.com</p>
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		<title>Relatório do USDA destaca o Brasil nas exportações mundiais de arroz</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 11:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; USDA, no relatório de novembro, publicado nesta semana, destaca a participação brasileira nas exportações mundiais. O relatório menciona que, para a safra 2011/12, “as exportações mundiais serão ligeiramente reduzidas devido às retrações de Birmânia e Camboja, mas que serão parcialmente compensadas pelos aumentos para o Brasil e Argentina”. Também destaca, “a previsão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; USDA, no relatório de novembro, publicado nesta semana, destaca a participação brasileira nas exportações mundiais. O relatório menciona que, para a safra 2011/12, “as exportações mundiais serão ligeiramente reduzidas devido às retrações de Birmânia e Camboja, mas que serão parcialmente compensadas pelos aumentos para o Brasil e Argentina”. Também destaca, “a previsão de exportação do Brasil cresceu 150.000 toneladas para 900 mil toneladas, com base nas expectativas de que o Brasil continuará a ser uma presença forte na exportação no próximo ano no comércio internacional”.</p>
<p>No último relatório, o departamento americano aumentou a projeção das exportações brasileiras de 750 mil para 900 mil toneladas (base beneficiado) para a safra 2011/12, permanecendo na sexta posição no ranking dos maiores exportadores mundiais, adquirida no atual ano safra (2011). O país é superado pela Tailândia (8 milhões de toneladas); Vietnã (6,7 milhões); Índia (4,5 milhões); Paquistão (3,75 milhões) e os Estados Unidos (2,92 milhões).</p>
<p>Os dados também indicam uma redução no volume total de exportações (oferta) para o próximo ano safra. Destaques para a Tailândia, que reduz 2,5 milhões de toneladas, o Vietnã, menos 300 mil toneladas e Burma, 150 mil toneladas, em razão das fortes inundações ocorridas na Ásia e que afetaram a produção destes importantes exportadores mundiais, mas que serão compensadas, em parte, pelo aumento das exportações da Índia(+1,7 milhão de toneladas) e Paquistão(+1 milhão de toneladas)</p>
<p>O USDA projeta que o Brasil deverá produzir 8,84 milhões de toneladas, para um consumo de 8,5 milhões de toneladas, sendo os estoques iniciais (março 2012) projetados para a safra 2011/12 serão de, apenas, um milhão de toneladas (dados base beneficiado).</p>
<p>O destaque dado pelo USDA, significa a consolidação do Brasil como importante exportador mundial, embora, paradoxalmente, no relatório específico, (anexo) o país tem destaque, ainda, entre “os maiores importadores”, o que tradicionalmente e historicamente, ocorreu.</p>
<p>Fonte: Agrolink</p>
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		<title>Exportações do agronegócio crescem 22% em outubro</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 10:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Valor alcançado chega a US$ 8,5 bilhões. No mesmo mês de 2010, valor totalizou US$ 7 bilhões O aumento das exportações brasileiras do complexo soja, café, complexo sucroalcooleiro, fibras, produtos têxteis, cereais e farinhas tiveram desempenho significativo em outubro na balança comercial do agronegócio, divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na última sexta-feira, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div><em>Valor alcançado chega a US$ 8,5 bilhões. No mesmo mês de 2010, valor totalizou US$ 7 bilhões</em></p>
<p>O aumento das exportações brasileiras do complexo soja, café, complexo sucroalcooleiro, fibras, produtos têxteis, cereais e farinhas tiveram desempenho significativo em outubro na balança comercial do agronegócio, divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na última sexta-feira, 11 de novembro. Os cinco setores foram responsáveis por 81,5% do incremento das exportações do mês. No total, os embarques agropecuários somaram, em outubro, US$ 8,58 bilhões, apontando crescimento de 22,6% na comparação com o mesmo mês de 2010, que totalizou US$ 7 bilhões.</p>
<p>O setor que mais cresceu foi o complexo sucroalcooleiro, com valor de US$ 1,68 bilhão, o que representa um crescimento de 15,3% em comparação ao mesmo mês do ano anterior. O açúcar foi o principal item exportado desse setor em outubro, com o montante de US$ 1,48 bilhão, ou 9,7% acima do registrado no período anterior. Já em relação ao álcool, houve um incremento de 84,5% quando comparado a outubro de 2010, atingindo US$ 201 milhões.</p>
<p>As exportações do complexo soja alcançaram US$ 1,39 bilhão em outubro, o que significa um crescimento de 41,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. O principal item negociado no mês foi a soja em grão, com US$ 737 milhões e 71,8% de crescimento sobre o ano anterior.</p>
<p>O setor de carnes foi responsável por 16% do total das exportações de outubro, ou US$ 1,373 bilhão. A carne de frango foi responsável por mais de 44% do total das exportações do setor de carnes no mês (US$ 608 milhões). A quantidade embarcada de carne de frango caiu 1,6%, enquanto o preço médio de exportação subiu 14,7%. A carne bovina também apresentou o mesmo desempenho, com elevação da receita de exportação em 16,3%, devido, exclusivamente à elevação do preço médio de venda em 19%, já que o volume embarcado teve uma redução de 2,2%. Nas exportações de carne suína, o aumento dos preços em 17% também acabou compensando a diminuição de 7,2% na quantidade vendida, ocorrendo um incremento de 8,6% das receitas de exportação do produto (US$135 milhões).</p>
<p><strong>Destinos</strong></p>
<p>Na análise por blocos econômicos ou regiões, os valores exportados pelos setores agropecuários cresceram para China (109,7%); Egito (112,8%); Venezuela (104,1%); EUA (66,2%); e Japão (65,2%).</p>
<p><strong>Acumulado</strong></p>
<p>As exportações brasileiras do agronegócio atingiram o montante recorde de US$ 91,902 bilhões nos últimos 12 meses (novembro/2010 a outubro/2011). Uma expansão de 24,4% em relação aos US$ 73,878 bilhões em exportações no mesmo período do ano anterior. As importações cresceram 32,1%, atingindo a cifra recorde de US$ 16,765 bilhões no período de um ano. No total, o superávit da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 75,136 bilhões no acumulados dos últimos doze meses.</p>
<p>Confira o estudo completo da Balança Comercial:<br />
<a href="http://www.agricultura.gov.br/internacional/indicadores-e-estatisticas/balanca-comercial" target="_blank">http://www.agricultura.gov.br/internacional/indicadores-e-estatisticas/balanca-comercial</a></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Fonte: <a href="http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2011/11/exportacoes-do-agronegocio-crescem-22porcento-em-outubro" target="_blank">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</a></strong></div>
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		<title>Fertilizantes para algodão têm valorização</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/fertilizantes-para-algodao-tem-valorizacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 09:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;   Durante o ano de 2011 foi observado um movimento de valorização para grande parte dos fertilizantes utilizados na cultura do algodão. Esse aumento nos preços dos insumos foi sustentado pela melhora do cenário em virtude das boas cotações alcançadas pela commodity a partir do 1º semestre. De acordo com levantamento realizado em outubro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div>
<div><img src="http://www.agrolink.com.br/upload/200x150/fertilizante_ureia028(G).jpg" alt="Fertilizantes para algodão têm valorização" width="200" height="150" /></div>
</div>
<div id="ctl00_cphConteudo_UcNoticiasDetalhe1_corpoNoticia"> </div>
<div>Durante o ano de 2011 foi observado um movimento de valorização para grande parte dos fertilizantes utilizados na cultura do algodão. Esse aumento nos preços dos insumos foi sustentado pela melhora do cenário em virtude das boas cotações alcançadas pela commodity a partir do 1º semestre. De acordo com levantamento realizado em outubro pelo Imea, os fertilizantes 07.40.00, KCL e ureia registraram reajuste em relação ao mês anterior de -0,2%, 1,4% e 1,4%, respectivamente. </p>
<div>Com o aquecimento da demanda do mercado a variação dos insumos no acumulado de 12 meses ficou em 34,1% para o cloreto de potássio, 36,9% para a ureia e 21,4% para o formulado 07.40.00. A valorização dos fertilizantes observada a partir de julho de 2011 é resultado do aumento acentuado do dólar, que saiu dos R$ 1,56 para R$ 1,77 em outubro, registrando alta acumulada de 13,4%.</p>
<div>
<p>Veja o Boletim completo em <a href="http://www.imea.com.br/upload/publicacoes/arquivos/2011_11_11_BSAlgodao.pdf">http://www.imea.com.br/upload/publicacoes/arquivos/2011_11_11_BSAlgodao.pdf</a></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Fonte: Agrolink</em></p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Agricultores do Paraná investem no cultivo do milho</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/agricultores-do-parana-investem-no-cultivo-do-milho/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 07:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Área plantada com milho no estado cresceu quase 20%.  Produção deve ser 17% maior que na última safra de verão. Chuva na quantidade certa é tudo o que o agricultor quer para o bom desenvolvimento da lavoura. No oeste do Paraná, o tempo está cooperando e o milho cresce com força, dando ânimo extra para quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Área plantada com milho no estado cresceu quase 20%. <br />
Produção deve ser 17% maior que na última safra de verão.</h3>
<p style="text-align: justify;">Chuva na quantidade certa é tudo o que o agricultor quer para o bom desenvolvimento da lavoura.</p>
<p style="text-align: justify;">No oeste do <a href="http://g1.globo.com/topico/parana/">Paraná</a>, o tempo está cooperando e o milho cresce com força, dando ânimo extra para quem apostou na cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Os agricultores conferem os pés e têm a certeza de que o milho está crescendo saudável. O sol e a chuva vieram na medida certa e eles já esperavam encontrar a lavoura assim.</p>
<p style="text-align: justify;">O ano passado, o agricultor Genésio Bortoli não plantou milho, agora, ocupou 150 hectares. Um dos motivos foi a rotação de cultura, mas o principal é preço atraente do grão. Ele vendeu parte da produção antecipadamente por R$ 24 a saca, quase o dobro de dois anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">Os produtores estão considerando o momento da cultura do milho. O clima está ótimo, o preço também e a torcida é para que o cenário dure, pelo menos, até a colheita.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazia tempo que o agricultor Paulo Orso não investia tanto na cultura. A área plantada aumentou de 70 para 90 hectares e Paulo não se arrepende da decisão. “Estamos favorecendo a rotação de cultura, aproveitando o fator preço e as condições climáticas favoráveis”, justifica.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: G1.com</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vale Fertilizantes sobe 0,36% após fechamento de capital</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 11:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; As ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da Vale Fertilizantes fecharam hoje em alta de 0,36%, cotadas a R$ 24,68, após o anúncio de que a Vale, por meio de sua subsidiária Mineração Naque, pretende realizar oferta pública para cancelar o registro de companhia aberta da empresa. As ações ordinárias (ON, com direito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>As ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da Vale Fertilizantes fecharam hoje em alta de 0,36%, cotadas a R$ 24,68, após o anúncio de que a Vale, por meio de sua subsidiária Mineração Naque, pretende realizar oferta pública para cancelar o registro de companhia aberta da empresa.</p>
<p>As ações ordinárias (ON, com direito a voto) têm baixíssima liquidez e foram negociadas pela última vez na terça-feira, dia 8. A oferta pública de aquisição dos papéis está prevista para ocorrer em 12 de dezembro, às 15 horas.</p>
<p>O preço por ação da Vale Fertilizantes a ser pago será de R$ 25, em dinheiro, tanto para as ações ordinárias quanto para as preferenciais. Para que a oferta seja bem-sucedida, é necessária a participação de mais de dois terços dos acionistas.</p>
<p>Caso essa fatia não seja alcançada, a Vale desistirá da oferta. Se todos os a acionistas da empresa de Fertilizantes aderirem à operação, a mineradora desembolsará, por meio da Naque, R$ 2,2 bilhões.</p>
<p><em>Fonte: Economia.ig.com.br</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fertilizantes Heringer atinge receita líquida de R$ 1,44 bilhão no 3T11</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 10:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilizantes; 2011; volume;vendas;produtos;]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Ebitda atinge R$ 161,5 milhões entre julho e setembro; crescimento de 327,9% em relação ao mesmo período do ano passado, com margem de 11,2%. São Paulo &#8211; A Fertilizantes Heringer S.A. (BM&#38;FBovespa: FHER3), uma das pioneiras na produção, comercialização e distribuição de fertilizantes e uma das três maiores empresas do setor do Brasil, registrou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Ebitda atinge R$ 161,5 milhões entre julho e setembro; crescimento de 327,9% em relação ao mesmo período do ano passado, com margem de 11,2%.</p>
<p>São Paulo &#8211; A Fertilizantes Heringer S.A. (BM&amp;FBovespa: FHER3), uma das pioneiras na produção, comercialização e distribuição de fertilizantes e uma das três maiores empresas do setor do Brasil, registrou receita liquida de R$ 1,44 bilhão no terceiro trimestre de 2011, um crescimento de 44,5% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado dos nove meses deste ano, o valor chega a R$ 3,05 bilhões, o que significa uma receita líquida 39,7% superior ao acumulado de janeiro a setembro de 2010.</p>
<p>O lucro bruto de R$ 242,6 milhões no terceiro trimestre superou em 123,4% o obtido nos meses equivalentes de 2010. No total dos nove primeiros meses do ano, o resultado foi de R$ 436,9 milhões, o que representa um acréscimo de 142,7% no comparativo de janeiro a setembro de 2010.</p>
<p>No terceiro trimestre de 2011, o Ebitda atingiu R$ 161,5 milhões com margem de 11,2%, incremento de 327,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando atingiu R$ 37,7 milhões, com margem de 3,8%. Nos primeiros nove meses deste ano, o Ebitda alcançou a somatória de R$ 226,6 milhões, bem superior ao mesmo período de 2010.</p>
<p>Embora fortemente impactado pela desvalorização cambial, destaque também para o lucro líquido de janeiro a setembro de 2011, que atingiu R$ 19,5 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 49,9 milhões nos nove primeiros meses do ano passado.</p>
<p>O volume de entregas da Heringer no terceiro trimestre de 2011 foi de 1.479 mil toneladas, um crescimento de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado. “Os destaques de julho a setembro foram para as entregas para a cultura do milho (crescimento de 49,6%), cana-de-açúcar (+24%) e de café (+15,6%)”, explica Wilson Mardonado, diretor de Relações com Investidores da Heringer. No total dos nove meses de 2011, o volume entregue foi de 3.285 mil toneladas, 10% superior ao mesmo período de 2010.</p>
<p>A Heringer trabalha com mais de 70 outras culturas, entre elas: pastagens, algodão, hortifruti, flores, citrus, etc. Dentre estas, chama a atenção o desempenho do volume de entregas para pastagens, com 43,9 mil toneladas. “Esse número é o resultados direto do investimento da Heringer em novas tecnologias no seu Centro de Pesquisa (CEMAP), onde são realizados experimentos de novos produtos, palestras e treinamentos sobre adubação de pastagens”, afirma Wilson.</p>
<p><img src="http://www.revistafator.com.br/imagens/fotos2/tabela_heringer1" alt="" border="0" /></p>
<p>Destaques financeiros- A Fertilizantes Heringer apresentou melhora no capital circulante líquido no período, passando de R$ 242,4 milhões negativos em 30/09/10 para R$ 47,2 milhões negativos em 30/09/11. Também melhorou o índice de liquidez corrente, passando de 0,84 para 0,98 na mesma base de comparação. Além do bom resultado desse ano, a reclassificação para o ativo circulante do saldo dos tributos federais e o recebimento de R$ 58,2 milhões referentes a créditos tributários contribuíram para essa melhora.</p>
<p>O total do ativo circulante passou de R$ 1.280,1 para R$ 2.241,4 milhões, apresentando um crescimento de 75,1%, enquanto o passivo circulante passou de R$ 1.522,6 para R$ 2.288,6 milhões, com um crescimento de 50,3%.</p>
<p>Nos primeiros nove meses de 2011, a empresa apresentou geração de caixa de R$ 153,5 milhões, encerrando o período com R$ 329,6 milhões. Comparado com o valor entre janeiro e setembro de 2010, houve um incremento de R$ 222,7 milhões.</p>
<p><img src="http://www.revistafator.com.br/imagens/fotos2/tabela_heringer2" alt="" border="0" /></p>
<p>Produtos Especiais- Além de ajudar na fidelização dos clientes, os produtos especiais têm se mostrado importantes para melhorar as margens da Heringer. Esta linha, formada por 33 produtos com características agronômicas superiores aos padrões de mercado e em grande parte composta por produtos exclusivos da Heringer, atingiu 36% de participação nas vendas da empresa no terceiro trimestre de 2011. No acumulado de janeiro a setembro, este número representou 37% das vendas, um aumento de quatro pontos percentuais em relação ao registrado no mesmo período de 2010.</p>
<p>O volume de entregas dos produtos especiais foi de 526 mil toneladas no terceiro trimestre, crescendo 3,9% em relação aos meses equivalentes de 2010. Já no acumulado dos nove meses de 2011, o total foi de 1.220 mil toneladas, um aumento de 22,8% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>O número de clientes da Heringer foi de 21.623 no terceiro trimestre e de 35.978 no acumulado dos nove meses de 2011, um crescimento de 17,9% e 20,8% respectivamente, em relação aos períodos correspondentes de 2010. A Heringer hoje atende mais de 70% dos municípios brasileiros. O market share registrado foi de 15,9% de julho a setembro e de 16,0% no acumulado do ano até setembro.</p>
<p>Perfil- A Fertilizantes Heringer S.A. é uma das pioneiras na produção, comercialização e distribuição de fertilizantes, com atuação nacional e 43 anos de presença no mercado, sendo uma das três maiores empresas de fertilizantes no Brasil. Exerce suas atividades por meio de 19 unidades de produção estrategicamente localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo, Sergipe, Bahia, Goiás, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Todas as unidades produzem, comercializam e distribuem fertilizantes para atender as diferentes culturas agrícolas brasileiras.Também foi inaugurada a nova planta de produção de SSP (super fosfato simples) em novembro 2008. As ações da Heringer são negociadas no Novo Mercado, segmento máximo de governança corporativa e transparência da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&amp;F Bovespa), desde abril de 2007 sob o código FHER3.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal Fator Brasil</p>
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		<title>Tecnologia inédita transforma vinhaça em fertilizante e água tratada</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/tecnologia-inedita-transforma-vinhaca-em-fertilizante-e-agua-tratada/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 09:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa SCBCS desenvolveu uma inovadora tecnologia que transforma vinhaça, subproduto da fabricação do etanol, em um pó rico em potássio, que pode ser aproveitado como fertilizante. Além disso, a maior parte do líquido é transformado em água tratada, reutilizável em processos industriais. A solução foi desenvolvida, patenteada e testada no Brasil por especialistas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa SCBCS desenvolveu uma inovadora tecnologia que transforma vinhaça, subproduto da fabricação do etanol, em um pó rico em potássio, que pode ser aproveitado como fertilizante. Além disso, a maior parte do líquido é transformado em água tratada, reutilizável em processos industriais. A solução foi desenvolvida, patenteada e testada no Brasil por especialistas de diversas nacionalidades, a partir do conhecimento do mercado sucroalcooleiro nacional, suas respectivas tecnologias de ponta e, também, pelo domínio tecnológico mais avançado mundialmente.</p>
<p>A novidade será apresentada em palestra durante o <a title="10º Seminário sobre Produtividade e Redução de Custos da Agroindústria Canavieira" href="javascript:openWindow2('http://www.ideaonline.com.br/evento-sobre/10-evento-sobre-produtividade-e-reducao-de-custos');">10º Seminário sobre Produtividade e Redução de Custos da Agroindústria Canavieira</a>, que acontecerá em Ribeirão Preto (SP), nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro de 2011.</p>
<p>&#8220;Além deste seminário, iremos participar de outros importantes eventos nacionais e internacionais. Esses encontros serão uma oportunidade para destacarmos a nossa solução inédita para o segmento e também para debater o tema com um público diversificado, envolvendo investidores e especialistas do setor de biotecnologia e bioenergia&#8221;, comenta Silvio Taboas, membro do conselho da SCBCS.</p>
<p>TECNOLOGIA</p>
<p>Atualmente, para cada litro de etanol produzido são gerados aproximadamente 13 litros de vinhaça, ou vinhoto, como também é conhecido. Esse fluido é um resíduo líquido que pode prejudicar os solos. A tecnologia desenvolvida pela SCBCS retira as impurezas do material e, com a combinação de outros micronutrientes, transforma o vinhoto em adubo em pó de alto valor, que pode ser útil para os próprios canaviais.</p>
<p>Com a solução, o Brasil diminuirá a demanda por importação de fertilizantes, que chega a 90%, pois mil litros de vinhaça transformada em pó contém, no mínimo, dois quilos de potássio. A iniciativa traz outra vantagem para as indústrias canavieiras: &#8220;Agora é possível produzir álcool etílico como um produto ZLD, isto é, descarga líquida zero, um processo que não gera quaisquer resíduos e efluentes, normalmente nocivos ao meio ambiente&#8221;, explica Taboas.</p>
<p>SOLUÇÃO SCBCS/ZLD®</p>
<p>Os especialistas da SCBCS passaram alguns anos pesquisando empresas nacionais e internacionais que detém conhecimento similar em procedimentos envolvendo processos de separação por membranas e evaporação de alta eficiência.</p>
<p>&#8220;A partir desse estudo, aliado a observações de tentativas pré-existentes e experiências parcialmente bem-sucedidas, a SCBCS alcançou uma inovação única, testada em nível semi-industrial, capaz de eliminar completamente a produção de vinhaça e, consequentemente, o seu descarte por meio das destilarias de álcool. Posteriormente, não apenas fabricantes de bioetanol de primeira geração, a exemplo do biodiesel e do etanol de segunda geração, como todos os destiladores de bebidas alcoólicas, também se beneficiarão da tecnologia&#8221;, enfatiza Juan Staibano, membro do conselho da SCBCS.</p>
<p>A empresa tem como principais diferenciais a inovação e a sustentabilidade, investindo em capital humano e científico, além de forte visão comercial. A SCBCS é a proprietária exclusiva dos direitos de uso da tecnologia e patente da chamada SCBCS ZLD® (Sugar Cane Business Case Sustainability, Zero Liquid Discharge). A solução é aplicada por meio da utilização de instalações e máquinas industriais e necessita do acompanhamento de sistemas especialistas, pois o processo de transformação da vinhaça requer a utilização de sensores interpretativos e ajustes dinâmicos hipersensíveis, processos não óbvios de ajuste das condições físico-químicas de cada variedade de vinhaça em particular.</p>
<p>Essa tecnologia garantirá, principalmente, a preservação do meio ambiente, uma vez que as fábricas obterão água reutilizável nos seus processos industriais e poderão evitar a contaminação dos campos, águas superficiais e os lençóis freáticos. Além disso, haverá um benefício logístico, visto que os produtores não precisarão mais disponibilizar tanques e caminhões para transportar a vinhaça. A previsão de chegada da SCBCS ZLD® ao mercado nacional é de dois anos.</p>
<p>Esta inovação e o novo empreendimento já contam com o apoio do Governo Federal, por meio da Diretoria de Tecnologias Inovadoras do <a title="Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior" href="javascript:openWindow2('http://www.mdic.gov.br');">Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior</a> (Mdic), <a title="Ministério de Minas e Energia" href="javascript:openWindow2('http://www.mme.gov.br');">Ministério de Minas e Energia</a> (MME) e do <a title="Ministério do Meio Ambiente" href="javascript:openWindow2('http://www.mma.gov.br');">Ministério do Meio Ambiente</a> (MMA).</p>
<p>Os dados para contato com a SCBCS estão disponíveis no site da <a title="tabVlae" href="javascript:openWindow2('http://www.tabVlae.com');">tabVlae</a>, empresa que representa a SCBCS. O acesso e os dados de contato são feitos por meio do link <a title="www.tabVlae.com" href="javascript:openWindow2('http://www.tabVlae.com');">www.tabVlae.com</a>.</p>
<p>FONTE:<br />
<a title="Printer Press Comunicação Corporativa" href="javascript:openWindow2('http://www.printerpress.com.br');">Printer Press Comunicação Corporativa</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>MS quer recuperar 2 milhões de hectares de solos degradados</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/ms-quer-recuperar-2-milhoes-de-hectares-de-solos-degradados/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 08:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Estado possui cerca de 9 milhões de pastos sem condições de pastagens boas, como o mostrado na imagem O solo degradado é consequência da perda de sua capacidade física e química (fertilizantes) de continuar produtivo, o que o impossibilita de reter gás carbônico (CO²). A degradação ambiental impõe elevados custos à sociedade, além do empobrecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="javascript:;"><img src="http://www.capitalnews.com.br/system/fotosNoticias/D20111110_H193150_ID222577_THUMB.jpg" alt="" border="0" /> </a></p>
<div>
<div>Estado possui cerca de 9 milhões de pastos sem condições de pastagens boas, como o mostrado na imagem</div>
</div>
<p>O solo degradado é consequência da perda de sua capacidade física e química (fertilizantes) de continuar produtivo, o que o impossibilita de reter gás carbônico (CO²). A degradação ambiental impõe elevados custos à sociedade, além do empobrecimento do produtor rural.</p>
<p>Mato Grosso do Sul possui 9 milhões de hectares de pastagens degradadas, de solos exauridos e com baixa capacidade de ocupação na pecuária.</p>
<p>Com este quadro, a Secretaria de Estado de Produção está finalizando o Plano de Recuperação de Solos, que prevê a reincorporarão de 2 milhões de hectares à produção nos próximos quatro anos.</p>
<p>O assunto foi discutido na reunião nesta quarta feira, entre o governador André Puccinelli, e representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Embrapa Gado de Corte e Secretaria de Estado de Meio Ambiente.</p>
<p>Na reunião, que contou com a presença da secretária de Produção, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, foram discutidas algumas sugestões para que o produtor rural possa aderir ao programa. “Queremos recuperar em cinco anos cerca de dois milhões de hectares”, informou Tereza Cristina ao governador.</p>
<p>Deste total, um milhão de hectares de pastagens degradadas deve ser recuperado para a pecuária, 200 mil hectares para a cana de açúcar, 200 mil hectares para o plantio de florestas, 200 mil hectares com lavoura e outros 400 mil hectares com a integração entre lavoura e pecuária.</p>
<p><strong>Brasil</strong></p>
<p>O Brasil possui cerca de 30 milhões de hectares de áreas de pastagens em algum estágio de degradação, com baixíssima produtividade para o alimento animal. Com o uso correto de tecnologias e de boas práticas agropecuárias torna possível reinseri-los ao processo produtivo.(Com informações da Famasul)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="justify">
Fonte: <strong>Isabela Carrato &#8211; Capital News (www.capitalnews.com.br)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bancos de EUA e Europa têm € 793 bi em dívidas sob risco</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/bancos-de-eua-e-europa-tem-e-793-bi-em-dividas-sob-risco/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 07:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coonagro.coop.br/?p=273</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Essa é a exposição a países-problema e pode ser canal de contágio da crise RIO &#8211; Diante do agravamento da crise europeia, a preocupação, agora, se volta para o sistema bancário, apontado como o principal canal de contágio para o resto da Europa e a economia global. Levantamentos feitos pela Federação Brasileira dos Bancos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div>
<div id="like">Essa é a exposição a países-problema e pode ser canal de contágio da crise</div>
<div id="metadata">RIO &#8211; Diante do agravamento da crise europeia, a preocupação, agora, se volta para o sistema bancário, apontado como o principal canal de contágio para o resto da Europa e a economia global. Levantamentos feitos pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e pelo GLOBO mostram que bancos europeus e americanos detêm 793 bilhões de euros da dívida dos principais países com problemas na Europa, os chamados Piigs — acrônimo para Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha. É como se essas instituições estivessem sentadas sobre uma montanha de dívidas que perigam não ser quitadas. O valor é equivalente a duas vezes o tamanho da economia belga.</div>
<div id="article-body">
<p>&nbsp;</p>
<p>Os bancos europeus são os mais vulneráveis: daquele montante, 96% — ou 763,1 bilhões de euros — estão nos cofres de 42 instituições da região, entre as quais 20 das maiores da Europa. Por isso, dizem especialistas, os riscos de contágio da crise da zona do euro são reais e podem afetar as filiais de bancos europeus no Brasil, levando a uma nova onda de restrição ao crédito. Nada comparável, porém, ao baque de 2008, quando o crédito internacional secou de uma hora para outra, após a quebra do banco de investimentos americano Lehman Brothers.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/infograficos/riscos-bancos-europa/">Infográfico completo mostra os riscos de cada banco</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os bancos europeus têm 27% da dívida de Portugal, 18% da italiana, 20% da irlandesa, 32,5% da grega e 40% da espanhola. Os percentuais consideram o dinheiro de tesouraria, ou seja, recursos das próprias instituições, e não de seus clientes. Para Jayme Soares Alves Neto, economista da Febraban, a situação da Itália, cuja dívida somava 1,8 trilhão no fim de 2010 oferece o maior risco à região:</p>
<p>— Essa dívida está sob forte ataque (especulativo), mesmo com a saída do primeiro-ministro, Silvio Berlusconi. Precisamos acompanhar de perto como isso será estancado.　</p>
<p><strong>Crise pode encarecer investimentos no Brasil</strong></p>
<p>Os títulos da dívida da Itália são a bola da vez no mercado financeiro. Na última semana, os papéis foram alvo de um ataque de especuladores, que culminou com o anúncio da renúncia do premier. Na quarta-feira, os títulos italianos de dez anos chegaram a ser negociados a 7,45%, um recorde. Isso significa que, para a Itália financiar sua dívida, agentes exigiam esse patamar de juros, encarecendo o custo e aumentando a dívida do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/infograficos/crise-europa/">O mapa da crise europeia</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora três instituições financeiras locais concentrem a parte da dívida italiana que está nas mãos de bancos, o que poderia restringir o efeito de um eventual calote, Alves Neto não descarta a &#8220;exportação&#8221; da crise para outros países. Para André Perfeito, economista da Gradual Investimentos, o risco para o mercado brasileiro está na restrição ao crédito. Ele lembra que empresas e bancos brasileiros tomam empréstimos no exterior, que ficam mais caros. Isso encarece, por exemplo, investimentos.</p>
</div>
<p><em>Fonte: Globo.com</em></div>
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		<title>Paraná quer desafogar porto de Paranaguá</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/parana-quer-desafogar-porto-de-paranagua/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 16:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Estado utiliza o porto de Antonina, a 22 km de distância, para receber principalmente cargas de fertilizantes Serão investidos R$ 180 milhões para aumentar profundidade do estuário de Antonina de 7 para 9 metros O porto de Antonina tem sido usado pelo governo do Paraná para &#8220;desafogar&#8221; o tráfego em Paranaguá, segundo maior porto do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estado utiliza o porto de Antonina, a 22 km de distância, para receber principalmente cargas de fertilizantes</p>
<p>Serão investidos R$ 180 milhões para aumentar profundidade do estuário de Antonina de 7 para 9 metros</p>
<p>O porto de Antonina tem sido usado pelo governo do Paraná para &#8220;desafogar&#8221; o tráfego em Paranaguá, segundo maior porto do país e distante 22 km de Antonina.</p>
<p>Do ano passado para cá, a movimentação de cargas no porto, que tem apenas dois berços para atracação de navios (contra 20 em Paranaguá), aumentou 270%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento.</p>
<p>A estratégia do governo estadual é deslocar especialmente as cargas de fertilizantes para Antonina, que são importadas.</p>
<p>Hoje, Paranaguá importa cerca de 50% de todo o fertilizante usado no país. O tempo de espera para atracação dos navios no porto chega a superar um mês.</p>
<p>Com a entrada de Antonina no desembarque de fertilizantes, esse tempo diminuiu em cerca de três dias, segundo o governo estadual.</p>
<p>&#8220;Nós tiramos do sistema de Paranaguá 1 milhão de toneladas por ano&#8221;, afirma o superintendente da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), Airton Vidal Maron.</p>
<p>NOVO GUINDASTE<br />
O aumento da movimentação em Antonina coincide ainda com a aquisição, no fim do ano passado, de um novo guindaste pelo porto.</p>
<p>&#8220;O guindaste nos deu um enorme ganho de velocidade&#8221;, diz o diretor-presidente dos Terminais Portuários da Ponta do Félix (empresa privada que opera o porto), Luiz Henrique Dividino.</p>
<p>Ele afirma que houve uma estratégia conjunta do governo estadual e da operadora privada para transformar Antonina em alternativa a Paranaguá.</p>
<p>A estratégia, porém, ainda encontra limitações: a profundidade de Antonina é muito baixa em comparação a Paranaguá (apenas 7 metros, ante 12 metros no porto vizinho).</p>
<p>Por causa disso, muitos navios só conseguem descarregar em Antonina depois de serem &#8220;esvaziados&#8221; em outros terminais.</p>
<p>O governo planeja iniciar uma dragagem para aprofundar o calado do terminal em 2012 -a licença ambiental deverá sair no início do ano. O Estado gastará R$ 180 milhões na obra, que aumentará a profundidade de Antonina para cerca de nove metros.</p>
<p>Já os investimentos privados no porto devem somar R$ 90 milhões até 2014. A meta é triplicar a movimentação de mercadorias até lá.</p>
<p><em>Fonte: Folha de São Paulo/ESTELITA HASS CARAZZAI/DE CURITIBA</em></p>
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		<title>Vale Fertilizantes contribuindo para a formação profissional</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 14:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Após nove meses, jovens de Cubatão concluem curso patrocinado pela Vale Fertilizantes.  A empresa, Senai e Camp Cubatão formaram 31 alunos no curso de qualificação de operador de processos químicos. &#160; Preocupada com o desenvolvimento econômico das regiões em que está inserida, a Vale Fertilizantes – em parceria com o Centro de Aprendizagem Metódica e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após nove meses, jovens de Cubatão concluem curso patrocinado pela Vale Fertilizantes.  A empresa, Senai e Camp Cubatão formaram 31 alunos no curso de qualificação de operador de processos químicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Preocupada com o desenvolvimento econômico das regiões em que está inserida, a Vale Fertilizantes – em parceria com o Centro de Aprendizagem Metódica e Prática Mário dos Santos (Camp Cubatão) e o Senai de Cubatão (Escola Hessel Horácio Cherkassky) – acaba de formar uma turma de 31 jovens no curso de qualificação profissional de operador de processos químicos.</p>
<p>“Mantemos parcerias com o Senai há mais de 30 anos na cidade e essa iniciativa comprova que continuamos comprometidos com a região. Queremos colaborar cada vez mais para a melhoria da qualidade de vida e para a inclusão social desses jovens”, afirma o diretor de Nitrogenados da empresa, Valdir José Caobianco.</p>
<p>Este é o primeiro curso de especialização em química no município e foi totalmente financiado pela Vale Fertilizantes, desde o custeio das mensalidades até a bolsa-auxílio oferecida aos alunos no período das aulas. O investimento proporciona aos estudantes qualificação profissional, garantindo mais oportunidades no mercado de trabalho.</p>
<p>Selecionados por meio de uma prova teórica, os participantes precisavam residir em Cubatão, ter concluído o ensino médio e ter sido aprovado nas avaliações socioeconômica e de habilidades. Os jovens escolhidos participaram das aulas nas dependências do Senai e receberam, como ajuda de custo, um salário mínimo.</p>
<p><strong>Com o diploma na mão, o emprego</strong></p>
<p>Durante a cerimônia de entrega dos certificados, Valdir Caobianco anunciou a contratação de dois alunos pela Vale Fertilizantes para o cargo de auxiliar de processos químicos.</p>
<p>“Percebemos o empenho dos estudantes e temos certeza que o conhecimento adquirido por eles será de grande importância na organização. Por esse motivo, estamos orgulhosos de contar com a Marisley Matos e Fagner Diniz Santos na Vale Fertilizantes”, disse o executivo.</p>
<p>Para os jovens, a notícia foi recebida com grande emoção. Marisley trabalhará pela primeira vez com carteira assinada e será a primeira mulher operadora de processos do Complexo de Piaçaguera. “Sempre tive o objetivo de ingressar na área química e mantive o foco nisso durante todo o curso. Agora, vou poder colaborar para o sucesso da empresa”, afirma a recém-contratada.</p>
<p>Já Fagner, que trabalhou na empresa como aprendiz há alguns anos, queria voltar a atuar na Vale Fertilizantes. “Vi o curso como uma chance para me qualificar e buscar boas oportunidades. Acredito que minha força de vontade contribuiu para que eu fosse escolhido. Não vejo a hora de começar!”, finaliza Fagner.</p>
<p>Fonte: Diário de Iguape</p>
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		<title>Vale anuncia oferta pública para fechar capital de área de fertilizantes</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 07:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Vale informou nesta quarta-feira (9) que realizará no dia 12 de dezembro oferta pública (OPA) com o objetivo de fechar o capital da Vale Fertilizantes. Segundo a companhia, o edital de oferta pública para a aquisição de até 100% das ações de emissão da Vale Fertilizantes S.A. em circulação no mercado será publicado nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="materia-letra">
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<p>A Vale informou nesta quarta-feira (9) que realizará no dia 12 de dezembro oferta pública (OPA) com o objetivo de fechar o capital da Vale Fertilizantes. Segundo a companhia, o edital de oferta pública para a aquisição de até 100% das ações de emissão da Vale Fertilizantes S.A. em circulação no mercado será publicado nesta quinta-feira (10), através de sua subsidiária Mineração Naque S.A.</p>
<p>O preço por ação da Vale Fertilizantes a ser pago será de R$ 25 tanto para as ações ordinárias quanto para as ações preferenciais. O plano para encerrar o registro de companhia aberta da divisão de fertilizantes já havia sido anunciado pela companhia em junho.</p>
<p>A OPA está sujeita, para sua eficácia, à aceitação por mais de 2/3 dos acionistas que se habilitarem a participar da mesma. Na hipótese desta condição não ser atendida, a Vale, através da Naque, desistirá da oferta.</p>
<p>Caso todos os minoritários aceitem a OPA, a Vale terá que desembolsar R$ 2,2 bilhões pelos papéis. A operação engloba 15,66% do capital total, sendo 0,09% do total de ações ordinárias e 31,77% do total de preferenciais.</p>
<p>Na eventualidade da adesão por todos os acionistas da Vale Fertilizantes à OPA, o valor total a ser desembolsado pela Vale, através da Naque, será de R$ 2,2 bilhões.</p>
<p>Fonte: Globo.com</p>
</div>
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		<title>Soja bate novo recorde de produção em 2010, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 11:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[  A soja em grãos bateu novo recorde de produção em 2010, mas perdeu participação no valor total da produção, que passou de 27% em 2009 para 24,2% no ano passado. Os dados são do levantamento Produção Agrícola Municipal (PAM) de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), divulgado hoje (26). O coordenador da pesquisa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2011/11/size_590_plantacao-soja.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-257" title="size_590_plantacao-soja" src="http://www.coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2011/11/size_590_plantacao-soja.jpg" alt="Apesar da redução dos preços, a soja continua sendo a cultura com maior valor de produção (24,2%), afirma coordenador da pesquisa" width="590" height="443" /></a></p>
<p><em></em> </p>
<p>A soja em grãos bateu novo recorde de produção em 2010, mas perdeu participação no valor total da produção, que passou de 27% em 2009 para 24,2% no ano passado. Os dados são do levantamento Produção Agrícola Municipal (PAM) de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), divulgado hoje (26).</p>
<div>O coordenador da pesquisa, Carlos Alfredo Guedes, disse que apesar da redução dos preços, a soja continua sendo a cultura com maior valor de produção (24,2%).</div>
<p>“Houve uma queda de 1,6% no valor de produção. Na verdade os preços na época da comercialização da soja no mercado internacional foram menos favoráveis ano passado do que em 2009. Além disso, teve aumento no valor da produção de produtos como a cana-de-açúcar (14,9%), o café (34,4%)”, explicou o técnico do IBGE, que declarou que a queda não tem acontecido com frequência.</p>
<p>Ainda segundo o pesquisador, o aumento do valor da produção do café foi impulsionado pelos baixos estoques do produto no mercado externo e o da cana-de-açúcar pelo aumento do açúcar no mercado internacional e da demanda pelo etanol no mercado interno.</p>
<p>O estudo mostra que as condições climáticas favoráveis possibilitaram a ampliação da área da lavoura da soja em cerca de 7%, diferentemente da safra passada, quando estados do Sul foram prejudicados pela seca e foram colhidas cerca de 57,345 mil toneladas de oleaginosas.</p>
<p>O Mato Grosso permanece o líder nacional em produção de soja com mais de 18,787 mil toneladas colhidas, apesar da queda em sua participação na produção brasileira de 4,4 pontos percentuais, caindo de 31,7% para 27,3% de 2009 para 2010. O Paraná aparece em segundo lugar com cerca de 14,091 mil toneladas, com o maior rendimento médio nacional (3.146 kg/ha) e produção 49,8% maior que a safra anterior. Além disso, o estado aumentou sua participação na produção nacional em 4,1 pontos percentuais. O Rio Grande do Sul ficou em terceiro lugar com aproximadamente 10,480 mil toneladas e incremento de 30,6% na produção de 2009 para 2010.</p>
<p>A soja, juntamente com a cana-de-açúcar e o milho, representam 52,5% do valor alcançado por toda a produção agrícola do país. A pesquisa analisa 64 produtos de 5.490 municípios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>“Doença” do custo alto chegou ao agro,</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/%e2%80%9cdoenca%e2%80%9d-do-custo-alto-chegou-ao-agro/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 08:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O economista José Roberto Mendonça de Barros chamou atenção hoje para a elevação dos custos de produção da agropecuária brasileira, durante palestra no Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima, que está sendo realizado hoje, em São Paulo. “A doença dos custos altos, que é comum no setor industrial, está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O economista José Roberto Mendonça de Barros chamou atenção hoje para a elevação dos custos de produção da agropecuária brasileira, durante palestra no Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima, que está sendo realizado hoje, em São Paulo. “A doença dos custos altos, que é comum no setor industrial, está chegando ao agronegócio”, disse.</p>
<p>Para Mendonça de Barros, a problemas comuns no agronegócio brasileiro, como logística ineficiente, têm se somado outros como alta carga tributária, custo cada vez maior da energia elétrica e valor ascendente da mão de obra. “São problemas que têm que ser atacados, mas não serão resolvidos no curto prazo”.</p>
<p>Ele deu exemplo da elevação do custo de transporte da soja do Centro-Oeste para os portos do Sul e Sudeste do País. “Em março deste ano, 35% da receita gerada pela soja transportada ficaram na logística, ante média de 25% nos anos anteriores. Não é à toa que a produção está migrando para o Mapito, que tem um escoamento menos problemático”, afirmou, referindo-se à nova fronteira de produção formada por Maranhão, Piauí e Tocantins, que pode ser escoada pelo Norte do País.</p>
<p>O economista também alertou para a elevação dos custos da agropecuária em reais, que estão apertando as margens da atividade. “Ninguém está perdendo dinheiro, mas as margens estão ficando menores”.</p>
<p>No caso das commodities que têm seus preços balizados pelo mercado internacional, a elevação das cotações tem compensando o aumento de custos. Mas se houver uma quebra de produtividade por causa do clima, por exemplo, a situação pode se complicar, disse. Já produtores que fornecem para o mercado interno se veem em situação menos confortável. “Os produtores de arroz e suínos, por exemplo, estão tomando prejuízos”.</p>
<p>Mendonça de Barros avaliou que as commodities agrícolas devem continuar sustentadas por causa da demanda de emergentes como China e Índia e da desvalorização do dólar, que deve seguir “até onde a vista alcança”. “Teremos preços dos alimentos elevados por algum tempo, é uma questão estrutural”.</p>
<p><em>Fonte: site sou agro.</em></p>
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		<title>Coonagro gera economia de até 20% em insumos</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 09:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O alto custo de produção sempre foi um problema para os produtores de todo o país, especialmente os do Paraná. Para colher resultados com altíssima produtividade é preciso investir em adubos, defensivos e fertilizantes de qualidade, que são na maioria importados. E quando o preço destes produtos disparava no exterior, era um sufoco para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O alto custo de produção sempre foi um problema para os produtores de todo o país, especialmente os do Paraná. Para colher resultados com altíssima produtividade é preciso investir em adubos, defensivos e fertilizantes de qualidade, que são na maioria importados. E quando o preço destes produtos disparava no exterior, era um sufoco para os produtores daqui. Isso já é passado para os associados de 18 cooperativas paranaenses que desde 2008 se uniram formar uma cooperativa única, a Coonagro.</p>
<p>Desde que a Coonagro foi fundada, com objetivo de fazer compras direto dos fornecedores com uma negociação boa e preço melhor, a economia chega a 20% dependendo do produto. É uma cooperativa formada por cooperativas, conforme explica a gerente de Planejamento e Administração da Coonagro, Rita Augusta de Castro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2011/10/Foto-Coonagro.jpg"><img class="size-large wp-image-224 aligncenter" title="Embalagens" src="http://www.coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2011/10/Foto-Coonagro-1024x682.jpg" alt="" width="389" height="252" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> Os fertilizantes são preparados (misturados) aqui no Brasil e distribuídos para as Cooperativas associadas e tem um diferencial de custo que surpreendeu os cooperados. No ano de 2010, a Coonagro movimentou 81 mil toneladas, e até o mês de julho de 2011, já foram 85 mil toneladas. A tendência é que o volume de compra e revenda aumente tanto na quantidade quanto na variedade de produtos nos próximos anos. Além dos produtos químicos para adubos, a Coonagro já importou pneus para tratores e empilhadeiras diretamente dos fabricantes para os cooperados.</p>
<p>De acordo com o foco da atividade cooperativista, o destaque é a redação de custos para todos e, o excedente é dividido por todos os cooperados. “Nós atuamos comoum centro estratégico para unir a demanda e ganhar massa crítica e poder de barganha tanto no mercado local quanto para o mercado internacional e o nosso resultado não são lucros, como empresas. Caso sobre algo de receita da Coonagro, este valore é dividido e volta aos cooperados, que são 18 cooperativas, e as cooperativas repassam aos produtores cooperados”, afirma Rita Castro.</p>
<p>Em uma cooperativa de cooperativas, a representatividade do mercado é moeda forte. Em época de compras coletivas, consumidores virtuais, globalização do mercado, as cooperativas centrais auxiliam suas cooperadas a reduzir custos, ampliar seus negócios, unir os setores e investir em tecnologia e conhecimento. Segundo a gerente da Coonagro, cada cooperado individualmente não teria condições de importar materiais direto da fábrica. “Para fechar a carga de um navio, por exemplo, precisamos de um grande comprador, nós (Coonagro) reunimos os pedidos de todos e fazemos um só para conseguir que o fornecedor, seja da Ásia, da África, Ucrânia ou da Rússia, aceite negociar conosco”.</p>
<p>As vantagens dos cooperados ultrapassam a economia financeira: há incentivos para o conhecimento do setor, treinamentos e a troca de informações sobre o mercado global. Outro benefício que os cooperados têm acesso é a intermediação e facilitação para importação dos produtos. A legislação para aquisição de produtos estrangeiros é detalhada, para cada produto há normas que precisam ser seguidas até que as certificações e autorizações sejam expedidas pelos órgãos competentes. Na Coonagro, este processo é facilitado por um despachante aduaneiro que fará a documentação de todos os cooperados. “A ideia é importar a matéria prima ou produto e repassar diretamente para o usuário. Nós seremos apenas o intermediador do negócio”, afirma Rita Castro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Revista Mais Rural &#8211; Ed.1 </em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Hungria compra 20 mil toneladas de cana do Brasil</title>
		<link>http://www.coonagro.coop.br/noticias/2011/hungria-compra-20-mil-toneladas-de-cana-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 13:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Martins Garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A companhia açucareira húngara Magyar Cukor adquiriu 20 mil toneladas de cana-de-açúcar do Brasil para aliviar a escassez do produto no país até a próxima colheita nacional de beterraba. A importação da cana-de-açúcar se deve às cotas máximas de produção que a União Europeia (UE) atribui a cada país, e que no caso da Hungria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>companhia açucareira</strong> húngara <strong>Magyar Cukor</strong> adquiriu 20 mil toneladas de <strong>cana-de-açúcar</strong> do Brasil para aliviar a escassez do produto no país até a próxima colheita nacional de <strong>beterraba</strong>.<br />
<img src="http://revistagloborural.globo.com/Revista/GloboRural/foto/0,,43045530,00.jpg" alt=" Shutterstock" width="309" height="215" /><br />
A importação da cana-de-açúcar se deve às cotas máximas de produção que a União Europeia (UE) atribui a cada país, e que no caso da <strong>Hungria</strong> é de 105 mil toneladas, um terço das quais é consumida pelo país, explicou nesta quarta-feira (3/8) <strong>Zoltán Bráth</strong>, membro da direção da empresa, ao jornal econômico <strong>Világgazdaság</strong>.</p>
<p>Aproximadamente 8 mil toneladas já chegaram ao país e a quantidade total importada equivalerá ao consumo húngaro de um mês.</p>
<p>Embora a empresa não tenha divulgado o valor da compra, o jornal lembrou que o preço atual da cana-de-açúcar nos mercados é de 465 euros por tonelada.</p>
<p>A beterraba é colhida no outono e nos últimos <strong>meses do verão</strong> costuma ocorrer certa <strong>escassez de açúcar</strong> no país.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254344-18077,00-HUNGRIA+COMPRA+MIL+TONELADAS+DE+CANA+DO+BRASIL.html">Revista Globo Rural</a></p>
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		<title>Soja irá garantir à China liderança mensal nas importações do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 01:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Candy Interactive</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos camarins do Teatro Positivo, em Curitiba, foi usado por presidentes de cooperativas e representantes do Ministério da Agricultura na semana passada para tratar de um assunto que tem incomodado produtores de aves. O que fazer com o esterco que está sendo gerado na criação dos animais? A chamada &#8220;cama de frango&#8221;, uma mistura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos camarins do Teatro Positivo, em Curitiba, foi usado por presidentes de cooperativas e representantes do Ministério da Agricultura na semana passada para tratar de um assunto que tem incomodado produtores de aves. O que fazer com o esterco que está sendo gerado na criação dos animais? A chamada &#8220;cama de frango&#8221;, uma mistura da casca de arroz ou serragem de madeira colocada nos aviários com as fezes, penas e restos de ração, tem sido usada em pastos e lavouras de grãos sem antes passar por tratamento adequado. A intenção, agora, é usar os dejetos como matéria-prima para a fabricação de fertilizantes organo-minerais que, segundo envolvidos na discussão, podem ficar melhores e mais baratos que os encontrados no mercado.</p>
<p>Com a discussão sobre a &#8220;cama de frango&#8221;, o setor busca se antecipar a uma eventual exigência de importadores relacionada a questões ambientais. Só no oeste do Paraná, onde há cinco cooperativas que atuam na produção de frango e empresas como Sadia e Globoaves, são geradas cerca de 600 mil toneladas por ano de esterco de &#8220;cama de frango&#8221;.</p>
<p>A Conagro, criada no ano passado como consórcio para buscar redução de preço de insumos, foi transformada em outubro em uma cooperativa central com 21 associadas e está encabeçando o processo que pode resultar na construção de uma fábrica com capacidade instalada para 500 mil toneladas de adubo por ano. Os aportes estão estimados em R$ 50 milhões, mas um grupo de trabalho foi criado para estudar custos, mercado e investidores.</p>
<p>O resultado do levantamento é esperado para o primeiro trimestre de 2010. &#8220;Onde há concentração de esterco, a intenção é criar fábricas comuns&#8221;, explicou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que esteve na reunião. Ele veio ao Paraná para participar de evento da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), na quinta-feira. &#8220;Resolve-se problemas ambientais e cria-se uma atividade lucrativa&#8221;. Segundo Stephanes, por enquanto trata-se de divisão de ideias. O ministro comprometeu-se a apoiar as iniciativas que surgirem no Paraná e em outros Estados produtores de aves e acrescentou que as fábricas deverão contar com financiamento do BNDES.</p>
<p><a href="http://coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2011/07/cvale-0-161-PT.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-24" title="cvale 0 161 - PT" src="http://coonagro.coop.br/wp-content/uploads/2011/07/cvale-0-161-PT.jpg" alt="" width="787" height="442" /></a></p>
<p>No início de novembro, a Copercampos, de Campos Novos (SC), inaugurou sua indústria de fertilizantes, que teve investimentos de R$ 5 milhões. O diretor-executivo, Laerte Thibes Júnior, disse que o tema foi estudado durante oito anos e a intenção inicial era aproveitar esterco de suínos, o que ainda não foi possível. A cooperativa compra esterco de aves e planeja fazer mil toneladas de adubo por mês, ou um terço do que é consumido pelos associados. &#8220;Fica 15% mais barato&#8221;, disse Thibes Júnior, ao compartilhar a experiência com colegas do Paraná.</p>
<p>O diretor-executivo da Conagro, Daniel Dias, explicou que a cama de frango costuma ficar um ano nos aviários e recebe oito gerações de pintinhos. Depois desse período, o esterco está rico em matéria orgânica e sais minerais. No processo industrial, ele vai passar por fermentação e adição de componentes antes de ser usado na agricultura. &#8220;Na busca de alternativas para baratear o custo de fertilizantes, queremos incluir as cooperativas nesse projeto&#8221;, disse.</p>
<p>Ele lembrou que o esterco chegou a ser usado como alimento para gado, antes de ser proibido. Há o temor de que o uso no solo sem passar por tratamento também seja vetado no futuro. Dias comentou que, uma vez aprovado o projeto, os produtores de aves poderão fazer troca com a indústria, com a entrega da cama de frango e o recebimento de adubo.</p>
<p>O tamanho da produção vai depender dos estudos em andamento, mas o que se sabe é que não será usada toda a quantidade de esterco disponível. Inicialmente, fala-se em 25%, porque o volume total resultaria em 2 milhões de toneladas de adubo, o dobro do volume consumido pelas associadas da Conagro. Com os 25% de esterco da região oeste do Paraná poderão ser feitas as 500 mil toneladas de adubo. &#8220;Será um grande avanço e um importante passo do ponto de vista ambiental&#8221;, afirma o diretor. Por enquanto, o projeto prevê a construção de uma fábrica, mas existe a possibilidade de que os custos logísticos exijam a necessidade de fazer unidades menores e mais próximas dos aviários.</p>
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